Pix fora do ar? Clientes relatam falhas em diversos bancos; veja lista
Clientes de diferentes bancos relataram instabilidade no sistema de pagamentos Pix nesta quarta-feira (27)
Por Bruna Castelo Branco.
Clientes de diferentes bancos relataram instabilidade no sistema de pagamentos Pix nesta quarta-feira (27). As reclamações começaram nas primeiras horas da manhã e ganharam força ao longo do dia, segundo registros do Downdetector, plataforma que monitora falhas em serviços online.
De acordo com o site, os primeiros relatos foram registrados por volta das 7h40, com pico de notificações às 13h. Entre as principais queixas dos usuários estão dificuldades para realizar transferências e concluir pagamentos por meio do sistema instantâneo do Banco Central.

Ainda conforme a plataforma, cerca de 43% das reclamações estão relacionadas a falhas nas transferências via Pix, enquanto 27% citam problemas em pagamentos.
Os bancos com maior número de relatos de instabilidade incluem:
- Nubank;
- Caixa Econômica Federal;
- Bradesco;
- Banco do Brasil;
- Itaú;
- Santander;
- C6 Bank;
- Inter.
Nas redes sociais, usuários afirmaram que as transações apresentavam demora, falhas no processamento e até mensagens de erro durante as tentativas de pagamento.
Até o momento, o Banco Central não se pronunciou oficialmente sobre as causas da instabilidade.

Pix: como se proteger
O Pix atingiu R$ 35,36 trilhões em transações em 2025, se consolidando como uma inovação tecnológica que teve como resultado a inclusão bancária da maior parte da população. Apesar dos benefícios do novo mecanismo, a ferramenta abriu portas para novos golpes bancários. Cada vez mais comuns, os crimes envolvendo o Pix merecem atenção e cuidado.
Entre os golpes mais usuais estão as falsas ligações "do banco" dizendo que a conta do usuário será bloqueada, tentando convencer a vítima a fazer uma transferência para evitar o bloqueio. É comum também criminosos se passarem por parentes em redes sociais pedindo dinheiro aos familiares e os famosos "falsos QR Code".
Golpistas mais sofisticados utilizam da internet para realizar esses crimes. Também conhecido como “golpe da mão fantasma”, o RAT (sigla em inglês para cavalo de Troia de acesso remoto, remote access trojan), faz com que a vítima instale, sem saber, um aplicativo malicioso. A partir daí, o criminoso consegue operar o celular hackeado em tempo real, com acesso inclusive à conta bancária.
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