Em alusão ao Dia de Tiradentes, Paulo Cavalcanti propõe reflexão sobre cidadania, impostos e o funcionamento dos poderes no Brasil
Em sua coluna desta semana, Paulo Cavalcanti parte da memória de Tiradentes para provocar uma reflexão direta sobre o Brasil de hoje. Ao revisitar o significado histórico da data, ele questiona se, passados mais de dois séculos, o país de fato superou práticas de opressão, injustiça tributária e distanciamento entre o poder e a população.
Ao longo da fala, Paulo relaciona o simbolismo de Tiradentes à realidade contemporânea, chamando atenção para o peso da carga tributária, a qualidade dos serviços públicos oferecidos à população e a atuação dos três poderes da República. Para ele, mais do que celebrar um herói nacional, é preciso analisar se o povo brasileiro exerce, de fato, o poder que a Constituição lhe assegura.
A coluna também traz uma crítica ao que considera ser a falta de harmonia entre Legislativo, Executivo e Judiciário, além de apontar a necessidade de maior consciência cidadã na escolha de governantes e na defesa dos interesses da nação.
Com tom provocativo, Paulo Cavalcanti convida o público a pensar se há, de fato, motivos para comemoração, ou se o momento exige menos celebração e mais amadurecimento político, senso crítico e compromisso com a transformação do país.
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