Policial civil é preso suspeito de matar colegas a tiros dentro de viatura
Policial civil foi preso suspeito de matar colegas de trabalho a tiros em Delmiro Gouveia, no sertão de Alagoas
Por Da redação.
Um policial civil de 61 anos foi preso em flagrante na madrugada da última quarta-feira (20) suspeito de assassinar dois colegas de trabalho dentro de uma viatura descaracterizada, em Delmiro Gouveia, no sertão de Alagoas.

O suspeito foi identificado como Gildate Goes Moraes Sobrinho, que atuava como chefe de operações na mesma delegacia onde trabalhavam as vítimas, os agentes Yago Gomes Pereira e Denivaldo Jardel Lira Moraes.
De acordo com informações da investigação, os dois policiais foram encontrados mortos dentro do veículo com marcas de tiros na cabeça. Laudos do Instituto Médico Legal (IML) apontaram que uma das vítimas foi atingida na região da têmpora, enquanto a outra sofreu um disparo na nuca.
Após o crime, equipes policiais realizaram buscas pela cidade e localizaram Gildate caminhando sozinho por uma rua da região. Imagens de câmeras de segurança flagraram o investigador circulando pouco antes de ser encontrado pelas autoridades.
Segundo os investigadores, o policial apresentava sinais de desorientação durante a abordagem. Em depoimento, ele afirmou não se lembrar do ocorrido.
A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar a motivação do crime e esclarecer a dinâmica das mortes.

*Com informações do SBT News
Outros casos

A soldado da Polícia Militar Ana Beatriz, baleada após fazer disparos de arma de fogo contra a major Caroline, dentro de uma unidade do Centro Administrativo da Bahia (CAB), segue sob custódia no Hospital Roberto Santos, em Salvador , mas teria apresentado piora. “Ela teve novos surtos e não está nada bem”, segundo o coordenador geral da Associação de Policiais e Bombeiros Militares (Aspra), Marco Prisco.
Segundo o diretor da Aspra, Ana Bratriz que teria tido um surto psicótico no último dia 23 de março , quando baleou a oficial, voltou a ter episódios semelhantes na internação. “Tivemos hoje a informação de que ela está precisando ser transferida para um hospital psiquiátrico e a regulação já está sendo providenciada”, acrescentou Prisco.
De acordo com o representante da Aspra, Ana Beatriz já apresentou transtornos, anteriormente, mas a situação não foi tratada pela corporação. Informações preliminares, apontam que quando ela atirou na major, havia tido a informação de que responderia a um inquérito administrativo. Com relação a essa situação, Prisco relatou que ela foi comunicada de forma arbitrária e não foi ouvida antes da decisão.
Segundo informações da Força Invicta, associação dos oficiais militares da Bahia, a major Caroline recebeu alta médica do Hospital Geral do Estado (HGE), na última sexta-feira (27), e está se recuperando bem. Inicialmente, ela esteve internado na Unidade de Terapia Intensiva, onde permaneceu até o dia 26 de março.
Relembre o caso
A major Caroline foi baleada no rosto após ser surpreendida, dentro de uma sala, pela soldado Ana Beatriz, que disparou os tiros.
Um tenente-coronel presenciou a ação e reagiu, atirando contra o soldado para conter o ataque. Ana Beatriz foi atingida no peito e no braço.
As duas receberam primeiros socorros no local e foram levadas para o Hospital Geral Roberto Santos. Em seguida, a major foi transferida para o Hospital Geral do Estado, onde passou por cirurgia no maxilar.
Com o bjetivo de obter informações da PM sobre o acompanhamento e investigação do caso, nossa reportagem entrou em contato com o Departamento de Comunicação Social da instituição, mas até a publicação desta matéria não houve retorno.
LEIA MAIS: PF investiga suspeita de desvio de R$ 15,5 milhões de merenda escolar na Bahia
Siga a gente no Insta, Facebook, Bluesky e X. Envie denúncia ou sugestão de pauta para (71) 99940 – 7440 (WhatsApp).