Mulher é detida com drogas nas partes íntimas no Conjunto Penal de Barreiras
Uma mulher foi flagrada, na manhã desta terça-feira (6), tentando entrar com drogas escondidas nas partes íntimas no Conjunto Penal de Barreiras
Por Da redação.
Uma mulher, que não teve o nome revelado, foi flagrada, na manhã desta terça-feira (6), tentando entrar com drogas escondidas nas partes íntimas no Conjunto Penal de Barreiras, no oeste da Bahia.

Segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), a mulher, que é companheira de um interno da unidade, foi flagrada com cerca de 20 gramas de maconha durante o procedimento de revista. A detecção, ainda de acordo com a Seap, ocorreu com o auxílio do equipamento BodyScan, que identificou a presença de um corpo estranho nas partes íntimas da visitante.
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Após a identificação, monitoras realizaram a abordagem inicial e acionaram o Coordenador de Vigilância e o Gerente Operacional. Questionada, a mulher admitiu que estava escondendo o material ilícito.

A ocorrência foi comunicada à Direção da unidade prisional, e as imagens do BodyScan foram arquivadas para subsidiar eventuais providências administrativas e legais. Em seguida, a visitante foi encaminhada à Delegacia de Polícia da cidade por uma equipe da Polícia Militar.
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Violência na Bahia
A Bahia apareceu como o segundo estado mais violento do Brasil em 2024, de acordo com dados do Anuário de Segurança Pública, divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
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De acordo com o ranking, o Amapá lidera a lista dos estados mais violentos do Brasil, com uma taxa de 45,1 mortes por 100 mil habitantes. Em seguida, aparecem a Bahia (40,6), Ceará (37,5), Pernambuco (36,2) e Alagoas (35,4).
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O estudo aponta que, em 2024, foram registrados 6.036 homicídios na Bahia, em números absolutos, o que representa uma taxa de 40,6 casos a cada 100 mil habitantes. Mas, apesar da posição no ranking, a Bahia apresentou uma redução de 8,4% em relação ao anuário anterior, de 2023, quando a taxa de mortalidade era de 44,4 por 100 mil habitantes.
Ainda segundo o estudo, Salvador é a segunda capital brasileira com mais mortes violentas intencionais (MVI) a cada 100 mil habitantes. A capital baiana fica atrás apenas do Macapá, no Amapá.
De acordo com o documento, a taxa de mortes violentas intencionais em Salvador, no ano passado, foi de 61, enquanto em Macapá a taxa foi de 71. As MVI contemplam mortes de policiais civis e militares em situações de confronto, além de mortes decorrentes de intervenção policial (em serviço e fora de serviço).
Comparando com 2022, no entanto, Salvador apresentou redução no total de MVI - de 65,2 para 61,0, o que representa uma diminuição de 6,5%. A diferença é acima da média nacional (3,4%).
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