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10/09/2022 11h19 | Atualizado em 10/09/2022 11h28

Após vitória na Justiça, Bruno Reis volta a criticar Geraldo Jr.: “cometeu várias atrocidades”

“Nós sabemos que o presidente da câmara é o violador-mor da legislação e que a Justiça iria prevalecer", disse Bruno

Após vitória na Justiça, Bruno Reis volta a criticar Geraldo Jr.: “cometeu várias atrocidades” Foto: Reginaldo Ipê / CMS
Da Redação

O prefeito Bruno Reis (União Brasil) comentou neste sábado (10/9) a decisão judicial que suspendeu a formação das comissões temáticas da Câmara Municipal de Salvador cujos membros foram indicados pelo presidente da Casa, Geraldo Jr. (MDB). O chefe do Palácio Thomé de Souza voltou a criticar o emedebista, de quem é ex-aliado. 

“Nós sabemos que o presidente da câmara é o violador-mor da legislação e que a Justiça iria prevalecer. Ele já foi derrotado na farsa dos agentes comunitários, agora na ilegalidade da instalação das comissões. Tem duas ações diretas de inconstitucionalidade do Ministério Público contra ele, as duas também, vocês podem ter certeza, ele irá perder, porque cometeu mais uma vez atrocidades, como também na reeleição para o seu terceiro mandato consecutivo, que está em Brasília (no STF)”, disse o prefeito, em release enviado à imprensa.

Na decisão, a Justiça considerou irregular a formação das comissões por não respeitar a proporcionalidade partidária, além do fato de os representantes não terem sido indicados pelas legendas, mas sim pelo presidente da Casa. “A Justiça tem o seu tempo, tem o seu rito, tem o seu processo, mas ao final não tem como prosperarem as aberrações que estão correndo na Câmara Municipal”, frisou Bruno

A liminar ainda determinou que as comissões deverão voltar a ter a formação anterior à indicação dos membros pelo presidente da Casa. Bruno Reis pontuou que as comissões devem ser instaladas com base no que preveem a Lei Orgânica do Município e o Regimento Interno da Câmara, que estabelece a proporção partidária. 

“O que os vereadores da base do governo querem é que seja respeitada a lei, que possa se permitir que prevaleça o direito da maioria. É óbvio que no Parlamento tem que prevalecer o direito da maioria, o que não vinha acontecendo. Então, a Justiça está restabelecendo a ordem na Câmara Municipal”, destacou.

Fonte: Da redação