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Defesa de ex-assessor de Flávio Bolsonaro nega que ele assumirá culpa por depósitos

Defesa de ex-assessor de Flávio Bolsonaro nega que ele assumirá culpa por depósitos

Por Da Redação

Defesa de ex-assessor de Flávio Bolsonaro nega que ele assumirá culpa por depósitosreprodução

A defesa técnica do ex-assessor e motorista do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), Fabrício Queiroz, negou que o mesmo assumirá a culpa sozinho de movimentações financeiras atípicas, conforme divulgou, neste domingo (27/1), a coluna do jornalista Lauro Jardim, no portal do jornal O Globo.


De acordo com a publicação, Queiroz teria feito apenas uma imposição ao senador – deixar que sua esposa, filha e enteada se livrassem de qualquer acusação. Contudo, por meio de nota, a defesa do ex-assessor repudiou a “suposição”, destacando que ele não responde por qualquer crime, mas, sim, “somente está sendo investigado por suposta movimentação atípica, que por si só não constitui qualquer ilicitude”.


Leia na íntegra:


“A defesa técnica de Fabrício Queiroz  mais uma vez repudia qualquer suposição a respeito de seus esclarecimentos acerca dos fatos sob investigação que, insista-se, serão prestados às autoridades competentes tão logo tenha acesso ao inteiro teor destas e, também, sua saúde permita. É importante, ainda, registrar que tal informação também não faz qualquer sentido do ponto de vista jurídico, já que ele não responde por qualquer crime, mas tão somente está sendo investigado por suposta movimentação atípica, que por si só não constitui qualquer ilicitude, reafirmando, por fim, que não cometeu qualquer crime ao longo da sua vida pessoal e profissional e, portanto, não teme qualquer investigação isenta sobre qualquer fato que o envolva.”


EM TEMPO


No último dia 16 de janeiro, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou um pedido de Flávio e suspendeu a investigação criminal do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) que apura as movimentações financeiras.


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Um documento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) – órgão do Ministro da Justiça e Segurança Pública, anexado à investigação da Operação Furna da Onça -, Queiroz, que era motorista do senador eleito na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) revelou que R$ 1,2 milhão foi movimentado na conta do motorista ao longo de 13 meses (entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017). Nesse período, Fabrício atuava como assessor no gabinete de Flávio com um salário de R$ 23 mil.


A maior parte dos depósitos feitos em espécie na conta do ex-assessor coincidia com as datas de pagamento na Alerj. Nove assessores e ex-assessores do filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) repassaram dinheiro para o motorista.


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