Piloto que morreu em queda de avião em BH morava na Bahia

O piloto, Wellington de Oliveira Pereira, de 34 anos, tinha residência em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia

Por Dinaldo dos Santos.

O piloto do avião de pequeno porte que caiu e atingiu um prédio residencial em Belo Horizonte, na tarde desta segunda-feira (4), tinha residência em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Wellington de Oliveira Pereira, de 34 anos, morreu no acidente.

Natural de Colorado, no norte do Paraná, o piloto comandava a aeronave no momento da queda, registrada no início da tarde. Segundo informações, ele mantinha endereço na cidade baiana.

Além de atuar como piloto, Wellington havia concluído o curso de instrutor de voo em 2023 e possuía aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme indicado em suas redes sociais.

Piloto de avião, que morreu em acidente em BH, morava em Vitória da Conquista, na Bahia. Foto: Redes Sociais

Acidente aéreo mobiliza equipes e deixa vítimas graves

O grupo era formado por empresários do setor de tecnologia e sócios de uma empresa que atua na área de cartões e soluções digitais.

Antes do acidente, a aeronave havia saído de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, com seis pessoas a bordo. Após uma parada em Belo Horizonte, duas pessoas desembarcaram e Hemerson embarcou. O avião seguiu viagem com cinco ocupantes.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o piloto chegou a relatar dificuldades durante a decolagem da torre de controle. Poucos minutos depois, a aeronave perdeu altitude e atingiu a estrutura do prédio, colidindo entre o terceiro e o quarto andar, na área da caixa de escadas.

Apesar da gravidade do acidente, nenhum morador foi atingido. Todos foram evacuados a tempo. A queda ocorreu em uma rua próxima à Avenida Cristiano Machado, uma das principais vias da cidade.

O modelo EMB-721C é uma versão do avião agrícola convertido para transporte executivo, bastante utilizado no Brasil nas décadas de 1970 e 1980/Foto: Tv Globo O modelo EMB-721C é uma versão do avião agrícola convertido para transporte executivo, bastante utilizado no Brasil nas décadas de 1970 e 1980. Foto: TV Globo

A aeronave, modelo EMB-721C, fabricada em 1979, tinha capacidade para até cinco passageiros além do piloto. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião não possuía autorização para operar como táxi aéreo.

Equipes da Força Aérea Brasileira, por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), foram acionadas para investigar as causas da queda. A Polícia Civil de Minas Gerais também acompanha o caso.

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