Motoboys entregam uma tonelada de cestas básicas para mãe de Thamiris; vídeo
Um grupo de motociclistas entregou uma tonelada de cestas básicas arrecadadas para Ana dos Santos, mãe de Thamiris
Por Bruna Castelo Branco.
Um grupo de motociclistas realizou, no final manhã desta segunda-feira (23), a entrega de uma tonelada de cestas básicas arrecadadas para Ana dos Santos, mãe de Thamiris dos Santos Pereira, de 14 anos, morta após sair da escola no dia 12 de março.

"São meus filhos. Já estou preparando o café deles, lá na praça. Desde o começo eles correram atrás. Falaram: 'Mãe, eu vou achar a sua filha'. Estava triste, meus filhos chegaram e já me deu uma alegria", desabafou Ana.
A jovem foi sepultada na tarde de sábado (21), no Cemitério Bosque da Paz, em Salvador.
Veja o vídeo:
Caso Thamiris
Um suspeito pela morte de Thamiris dos Santos Pereira, de 14 anos, foi preso na última quinta-feira (19), pouco tempo após o corpo da adolescente ser encontrado na Travessa do Rapouso, no bairro de Cassange, em Salvador.
O suspeito estava na frente da casa da vítima, no Jardim das Margaridas, e, segundo informações da família, era vizinho da jovem. Ainda de acordo com familiares e amigos, o homem, conhecido na região como "Farinha", estava participando das buscas por Thamiris. Com a repercussão da prisão, moradores invadiram a casa do suspeito e destruíram objetos.
O corpo da adolescente, que estava em avançado estado de decomposição, passar por perícia.

A jovem foi vista pela última vez na última quinta-feira (12), quando voltava da escola para casa, no bairro Jardim das Margaridas. Desde então, familiares e amigos buscavam informações sobre o paradeiro da estudante.
Câmeras de segurança da região registraram a adolescente caminhando com uma amiga por volta das 11h38, no trajeto de retorno.
Horas após o desaparecimento, a mochila da adolescente foi encontrada em uma rua do mesmo bairro, o que aumentou a preocupação dos familiares. Dentro da bolsa estavam os pertences da estudante, com exceção do celular.
Parentes também afirmavam que a adolescente levava uma rotina considerada tranquila, dividida entre a escola e a residência da família, e não tinha envolvimento com criminalidade.

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