Chefe de facção acusado de fuga em massa e atentado em presídio de Eunápolis é preso no RJ

Chefe de facção acusado de articular fuga em massa e atentado contra diretor do presídio de Eunápolis foi preso em Ilha Grande, no Rio de Janeiro

Por Da redação.

Foi preso, na tarde deste domingo (18), Tiago da Silva Rocha, conhecido como “Tiba”, apontado como um dos chefes de uma organização criminosa com atuação em Eunápolis e municípios do extremo sul da Bahia. Ele é investigado por articular a fuga em massa de 16 detentos do Conjunto Penal de Eunápolis, ocorrida em dezembro de 2024, além de envolvimento no atentado contra o ex-diretor da unidade prisional, Jorge Magno Alves, registrado em 2025.

A captura aconteceu na cidade de Ilha Grande, no Rio de Janeiro, durante uma operação integrada realizada pelo Ministério Público da Bahia (Gaeco Sul), pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia, pelas Polícias Civis da Bahia e do Rio de Janeiro e pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

 

Tiba

A fuga, que teve repercussão nacional, ocorreu na noite de 12 de dezembro de 2024, quando 16 detentos escaparam do presídio regional, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap).

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Função na facção

De acordo com as investigações, Tiba exercia a função de gerente logístico da facção, sendo responsável por coordenar o envio de drogas, armas e outros materiais ilícitos para Eunápolis e região, além de organizar rotas de distribuição e o pagamento de comparsas envolvidos no esquema criminoso.

As apurações apontam que ele teve papel central tanto na fuga em massa quanto no atentado contra o ex-diretor do presídio, ocorrido em 2025.

O suspeito permanece à disposição da Justiça.

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Homens armados invadem presídio e libertam 16 detentos em Eunápolis


Um grupo de homens fortemente armados invadiu, na noite de 12 de dezembro de 2024, o Conjunto Penal de Eunápolis, no Extremo Sul da Bahia, e após intensa troca de tiros com a segurança da unidade, abriram duas celas, promovendo a fuga de 16 detentos. 

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), a situação aconteceu por volta das 23h e a Reviver, empresa que atua na cogestão da unidade prisional, também responsável pela segurança do acesso ao local, informou que acionou a polícia, mas não houve tempo hábil para intervenção.

Três envolvidos morreram em confronto.

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