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Investigadora impede reportagem de acompanhar prisão de suspeito de feminicídio em Salvador

Investigadora impede reportagem de se aproximar do suspeito de matar a ex-companheira no Engenho Velho da Federação

Por Da redação.

A equipe de reportagem da TV Aratu foi impedida de acompanhar de perto a prisão em flagrante do homem suspeito de cometer o feminicídio da ex-companheira, Ariane Silva Fonseca, de 28 anos. O caso ocorreu na localidade da Baixa da Égua, no bairro Engenho Velho da Federação, em Salvador, nesta quarta-feira (8). Uma investigadora interferiu no trabalho da reportagem.

Delegada impede reportagem de acompanhar prisão de suspeito de feminicídio em Salvador. Foto: TV Aratu

Investigadora impede reportagem de realizar cobertura da prisão

Durante a cobertura da ocorrência, a investigadora da Polícia Civil, Taiza Cardoso Silveira, responsável pelo caso, chamou atenção ao realizar a escolta do suspeito até a unidade policial. No momento em que o homem era conduzido, a repórter Daniela Mazzei foi impedida pela delegada de se aproximar do preso para registrar a movimentação.

A equipe da TV Aratu acompanhava toda a ação policial desde a prisão do suspeito, quando ocorreu o impedimento durante a condução do investigado.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirma que determinou à Polícia Civil apuração dos fatos e "enfatiza o respeito e parceria com os veículos de comunicação, que diariamente realizam coberturas jornalísticas das operações Policiais e de Bombeiros".

Entenda o caso da mulher morta a facadas pelo ex-companheiro

Mulher é morta a facadas pelo ex-companheiro no Engenho Velho da Federação. Foto: Divulgação

Ariane Cerqueira da Silva, de 27 anos, foi morta a facadas pelo ex-companheiro, que ainda não foi identificado, na manhã desta quarta-feira (8), no bairro do Engenho Velho da Federação, em Salvador.

De acordo com informações iniciais, a vítima estava a caminho do trabalho, quando foi arrastada pelo homem até a 3ª Travessa Apolinário Santana, onde ele desferiu golpes de faca contra ela. Ariane não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

O casal era pai e mãe de uma criança de 8 anos que, no dia anterior ao crime, havia conversado com o suspeito por meio de mensagens de celular.

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