Homem é morto com golpes de capacete na Bahia; dois suspeitos são presos
José Marcos foi morto com golpes de capacete e pedaços de concreto em Euclides da Cunha
Por Liven Paula.
Um homem identificado como José Marcos Campos, de 33 anos, morreu após ser atingido com golpes de capacete, em Euclides da Cunha, no nordeste da Bahia. O caso aconteceu na madrugada de sábado (11).

Conforme a apuração da polícia, José Marcos se envolveu em um desentendimento nas imediações de um comércio e tentou escapar dos suspeitos. Durante a tentativa de fuga, ele atravessou a via em direção a uma oficina, mas acabou alcançado pelo grupo.
Ainda de acordo com as investigações, os suspeitos teriam utilizado um capacete, uma cadeira e pedaços de concreto para cometer as agressões, concentrando a maior parte dos golpes na região da cabeça. José Marcos não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Após o crime, os homens fugiram.
Suspeitos de matarem homem com golpes de capacete são presos

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Após o avanço das investigações, policiais reuniram provas que levaram à identificação dos suspeitos e embasaram o pedido de prisão preventiva à Justiça.
Os investigados foram encontrados em uma área rural de Euclides da Cunha e detidos durante a operação, sem apresentar resistência.
Após a prisão, os homens foram conduzidos à Delegacia da cidade, onde seguem presos à disposição da Justiça.
Violência na Bahia
A Bahia apareceu como o segundo estado mais violento do Brasil em 2024, de acordo com dados do Anuário de Segurança Pública, divulgados nesta quinta-feira (24), pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
De acordo com o ranking, o Amapá lidera a lista dos estados mais violentos do Brasil, com uma taxa de 45,1 mortes por 100 mil habitantes. Em seguida, aparecem a Bahia (40,6), Ceará (37,5), Pernambuco (36,2) e Alagoas (35,4).

O estudo aponta que, em 2024, foram registrados 6.036 homicídios na Bahia, em números absolutos, o que representa uma taxa de 40,6 casos a cada 100 mil habitantes.
Apesar da posição no ranking, a Bahia apresentou uma redução de 8,4% em relação ao anuário anterior, de 2023, quando a taxa de mortalidade era de 44,4 por 100 mil habitantes.
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