O Ministério da Saúde incluiu gestantes e puérperas (mulheres que se encontram em trabalho de parto ou acabaram de dar à luz), no grupo de risco para o novo coronavírus, por até 45 dias após o parto.

Ainda não há estudos que comprovem que gestantes e puérperas apresentem um risco de que a doença evolua para quadros graves. Apesar disso, a inclusão destas mulheres leva em consideração a ação de outros vírus gripais, como o H1N1, nessas pacientes. Em nota, o Ministério da Saúde informou que elas são mais vulneráveis a infecções e, por conta disso, estão nos grupos de risco da gripe. 

"Estudos científicos apontam que a fisiopatologia do vírus H1N1 pode apresentar letalidade nesses grupos associados à história clínica de comorbidades (doenças associadas) dessas mulheres. Sendo assim, para a infecção pelo Covid-19, o risco é semelhante pelos mesmos motivos fisiológicos, embora ainda não tenha estudo específico conclusivo. Portanto, os cuidados com gestantes e puérperas devem ser rigorosos e contínuos, independentemente do histórico clínico das pacientes" diz a nota.

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