Classe produtiva, medo e consciência coletiva: a reflexão de Paulo Cavalcanti sobre o papel do empreendedor no Brasil
Na reflexão desta semana em sua coluna no Instagram do Aratu On, Paulo Cavalcanti faz um alerta direto à classe produtiva brasileira: chegou a hora de empresários, empreendedores e entidades representativas despertarem para a necessidade de organização coletiva e fortalecimento institucional.
Ao longo do vídeo, Paulo argumenta que, durante décadas, o setor produtivo concentrou esforços em trabalhar, gerar empregos, pagar impostos e manter a economia funcionando, enquanto, paralelamente, crescia uma cultura de dependência política e fragilidade institucional dentro do próprio empresariado brasileiro.
Segundo ele, muitos empresários passaram a acreditar que proteção vinha da proximidade com governos ou grupos políticos, criando um ambiente de insegurança, medo e isolamento entre setores produtivos. O resultado, afirma, é uma classe fragmentada, onde cada segmento tenta sobreviver sozinho, frequentemente receoso de se posicionar publicamente diante de pressões ideológicas, econômicas ou reputacionais.
Na análise apresentada, Paulo Cavalcanti resgata uma ideia que considera central: produzir riqueza não é crime, empreender não é pecado e gerar empregos representa uma função social essencial para o país. Para ele, o problema começa quando o empresário perde a consciência da própria relevância econômica e institucional dentro da sociedade brasileira.
O vídeo também defende o fortalecimento do associativismo, das federações, sindicatos, associações empresariais e demais entidades da sociedade civil organizada como caminho para garantir segurança institucional e independência da classe produtiva.
Na avaliação de Paulo, nenhum empreendedor deveria depender de “padrinhos políticos” para exercer sua atividade com estabilidade. O que deve proteger o setor produtivo, afirma, é o respeito à Constituição, às leis e à força das instituições organizadas da sociedade.
Encerrando a reflexão, Paulo Cavalcanti afirma que o Brasil precisa recuperar a consciência sobre quem sustenta a atividade econômica nacional e reforça uma mensagem recorrente em suas análises: o futuro do Brasil é da nossa conta, e ele começa agora.
Siga a gente no Insta, Facebook, Bluesky e X. Envie denúncia ou sugestão de pauta para (71) 99940 – 7440 (WhatsApp).

