Operação mira atuação de facções criminosas dentro de presídios na Bahia

Operação tem como foco o combate às facções criminosas dentro do sistema prisional da Bahia

Por Ananda Costa.

Uma operação deflagrada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) na manhã desta sexta-feira (3) tem como foco o combate às facções criminosas dentro do sistema prisional da Bahia.

Operação contra facções criminosas dentro de presídio na Bahia

 Batizada de Sintonia de Gravata, a ação é realizada em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) e a Polícia Civil.

De acordo com o MP-BA, as investigações apuram a atuação de grupos criminosos suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas, a circulação ilegal de armas de fogo e a comunicação entre detentos e integrantes das facções que permanecem em liberdade.

Além do cumprimento das medidas judiciais, a operação também prevê o bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados, com o objetivo de desarticular a estrutura econômica das organizações criminosas.

A ação integra uma mobilização nacional coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), do Ministério Público brasileiro. Na Bahia, mais de 100 profissionais, entre promotores de Justiça, servidores e agentes das forças de segurança, participam da operação.

Outras operações do MPBA

Operação Parasita Mpba

Uma operação foi deflagrada em Eunápolis, no Sul da Bahia, na manhã desta quinta-feira (2) para investigar um suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à saúde e gestão do Hospital Geral de Eunápolis (HGE). Mandados de busca e apreensão foram cumpridos durante a ação nomeada de 'Operação Parasita'.

Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), a investigação apura a atuação de uma suposta associação criminosa suspeita de desviar recursos públicos por meio de fraudes em contratos, emissão de notas fiscais com valores superfaturados, apropriação indevida de verbas públicas e possível ocultação da origem do dinheiro obtido de forma ilícita.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos notebooks, celulares, tablet e documentos. 

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