Suspeito de matar PMs em Cosme de Farias é preso no Rio de Janeiro

O homem seria o responsável pela autoria de mortes violentas e promover a lavagem de dinheiro de uma facção no RJ

Por Victor Souza.

Um traficante baiano, que atuava em parceria com uma organização criminosa do Rio de Janeiro, foi preso na tarde desta sexta-feira (22), na zona norte da capital carioca. O homem é apontado como autor do assassinato do policial militar, Maurício Carmo de Jesus, de 36 anos e e o seu irmão, Valter Carmo de Jesus, no bairro de Cosme de Farias, em Salvador, em outubro de 2022. 

Foto: Divulgação SSP

Na época, o traficante atingiu fatalmente com disparos de arma de fogo os agentes, conforme divulgou a Secretaria de Segurança Pública (SSP).  De acordo com a pasta, além de articular o envio de armas, munições e drogas do Rio de Janeiro para a Bahia, o criminoso ainda seria o responsável pela autoria de mortes violentas e promover a lavagem de dinheiro da facção na cidade carioca. Ele ainda era procurado também por um duplo homicídio. 

Veja momento da prisão do homem:

 

“Nas últimas 48 horas, as Forças Policiais interceptaram dois traficantes baianos que tentaram embarcar de Salvador para o Rio de Janeiro e alcançaram, na capital carioca, outro integrante de facção foragido da Justiça. A inteligência continuará norteando o combate ao crime organizado”, declarou o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner. Imagens: Divulgação SSP Imagem: Redes Sociais (criminoso é o de vermelho no vídeo. Essa imagem é após ela matar o soldado PM, em outubro de 2022). 

Veja o vídeo com o momento do assassinato dos policiais em 2022: 

Outra prisão 

O Batalhão Apolo da Polícia Militar interceptou, na manhã desta sexta-feira (22), um traficante na Rodoviária de Salvador enquanto ele tentava fugir para o Rio de Janeiro.

Segundo a PM, o suspeito, apontado como integrante de facção criminosa com atuação no Engenho Velho de Brotas e ligação com uma organização criminosa carioca, tinha mandado de prisão em aberto e envolvimento com mortes violentas.

As investigações indicam que ele coordenava “bondes” — grupos armados usados em ataques a rivais — e incentivava a participação de adolescentes em confrontos com forças de segurança.

O homem seguiria primeiro para Capim Grosso e depois embarcaria para o Rio em um veículo, mas foi localizado e preso após ação de inteligência que monitorava seus deslocamentos.

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