PF faz operação contra grupo suspeito de lavar R$ 1,6 bilhão com criptomoedas

Mais de 200 policiais participaram da operação, cumprindo 45 mandados de busca e apreensão e 39 prisões temporárias

Por Liven Paula.

A Polícia Federal realizou, nesta quarta-feira (15), uma grande operação para combater um grupo suspeito de lavar dinheiro usando criptomoedas. A ação, chamada de Operação Narco Fluxo, contou com apoio da Polícia Militar de São Paulo.

Segundo as investigações, os envolvidos usavam diferentes formas para esconder a origem do dinheiro, como transações digitais, movimentações em espécie e negociações de alto valor. A estimativa é que mais de R$ 1,6 bilhão tenha sido movimentado pelo grupo.

Mais de 200 policiais participaram da operação, cumprindo 45 mandados de busca e apreensão e 39 prisões temporárias. As ações aconteceram nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

A Justiça também determinou o bloqueio de bens dos suspeitos, como veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos, para tentar recuperar parte do dinheiro e impedir que o esquema continue funcionando.

Divulgação Pf

Os investigados poderão responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

 

Poze do Rodo e MC Ryan são presos durante operação da Polícia Federal

A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (15), os funkeiros Poze do Rodo e MC Ryan durante uma operação que investiga um esquema de lavagem de dinheiro com atuação nacional e internacional. A ação acontece nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

 

Redes Sociais

 

Segundo as autoridades, os artistas são suspeitos de envolvimento em um grupo que utilizava diferentes mecanismos para ocultar e dissimular recursos ilícitos. Entre as estratégias identificadas estão transações financeiras de alto valor, uso de criptoativos e transporte de dinheiro em espécie.

As investigações apontam que o esquema movimentou mais de R$ 1,6 bilhão, o que chamou a atenção dos órgãos de controle e levou à deflagração da operação.

Além das prisões, foram realizadas buscas e apreensões, e a Justiça determinou o bloqueio de bens dos investigados, que inclui também o influenciador Chrys Dias.

A ação tem como objetivo interromper as atividades do grupo e garantir a recuperação de ativos possivelmente obtidos de forma ilegal. 

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