Homem é preso por torturar e ameaçar ex-companheira; vítima mudou de cidade
Homem é acusado de torturar, agredir e ameaçar ex-companheira, que deixou cidade
Por Da redação.
Um homem de 47 anos foi preso, nesta sexta-feira (28), em Salvador, por ameaçar e torturar a ex-companheira, de 32 anos. Ele também descumpriu as medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.
Segundo informações da Polícia Civil, a vítima teria se mudado para a cidade de Juazeiro na tentativa de escapar das agressões. Mesmo assim, continuou recebendo mensagens intimidatórias por aplicativo, nas quais o suspeito dizia saber sua localização.

O histórico do agressor inclui relatos de tortura com equipamento de choque elétrico, arremesso de móveis que causaram lesões e destruição de instrumentos de trabalho da mulher.
O homem - que não teve o nome divulgado - foi preso durante ação de desdobramento da Operação Escudo das Marias e foi conduzida por equipes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher da Casa da Mulher Brasileira (Deam/CMB), em Salvador.

As apurações mostraram que ele utilizava redes sociais para despistar as autoridades e circulava entre os bairros de Nova Brasília e Novo Marotinho, na capital baiana. Assim, um cerco foi montado na região. Durante a abordagem em um imóvel, o homem tentou fugir, mas se rendeu após perceber que não havia rota de escape. Ele foi conduzido à unidade policial, teve o mandado formalizado e permanece à disposição da Justiça.
Em tempo: Homem mata duas funcionárias do Cefet no Rio de Janeiro
Duas funcionárias foram mortas a tiros na tarde desta sexta-feira (28) dentro do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet), no bairro do Maracanã, no Rio de Janeiro. O suspeito, um ex-funcionário da instituição, foi encontrado morto, momentos após o ataque.
As vítimas foram identificadas como Allane de Souza Pedrotti Mattos, diretora da Divisão de Acompanhamento e Desenvolvimento de Ensino (Diace), e Layse Costa Pinheiro, psicóloga do Cefet.

De acordo com relatos, o homem trabalhou normalmente pela manhã, mas retornou à tarde, entrou na Diretoria de Ensino e efetuou disparos contra as duas servidoras. Em seguida, ele teria tirado a própria vida. Policiais o encontraram sem vida durante as buscas no prédio.
Vídeos que circulam nas redes sociais registram o momento em que uma mulher é retirada da unidade por bombeiros. Em outra gravação, estudantes aparecem agachados dentro de uma sala de aula enquanto policiais se movimentam pelos corredores da instituição.
Violência contra a mulher: saiba como denunciar
- Ligue 180, serviço telefônico gratuito disponível 24 horas em todo o país;
- Clique 180, aplicativo para celular;
- Ligue 190, se houver uma emergência;
- Delegacias de polícia;
- Delegacias da Mulher (se não funcionar 24 horas, o boletim de ocorrência pode ser feito em uma delegacia normal e depois transferido);
- Centros de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, para os casos em que a mulher não se sente segura em procurar a polícia;
- Serviços de Atenção Integral à Mulher em Situação de Violência Sexual, como abrigos de amparo;
- Defensoria Pública, que atende quem não possui recursos para contratar um advogado;
- Promotorias Especializadas na Defesa da Mulher
Siga a gente no Insta, Facebook, Bluesky e X. Envie denúncia ou sugestão de pauta para (71) 99940 – 7440 (WhatsApp).