SUS amplia opções de tratamento para pacientes com câncer de pulmão; entenda
Novo tratamento para pacientes com câncer de pulmão passa a integrar o SUS em outubro
O Sistema Único de Saúde (SUS) vai passar a oferecer três novos medicamentos para o tratamento de diferentes tipos e estágios do câncer de pulmão. Segundo o Ministério da Saúde, a chegada das terapias à rede pública será gradual e poderá beneficiar cerca de 1,9 mil pacientes. Tratamento contra o câncer de pulmão passa a integrar o SUS em outubro.
Os medicamentos incorporados são brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe, que atuam de maneiras distintas e são indicados para grupos específicos de pacientes. A escolha do tratamento depende de características moleculares do tumor e do estágio da doença.

A medida está relacionada à implantação de um novo modelo de assistência farmacêutica oncológica, que busca organizar o acesso aos medicamentos para o tratamento do câncer dentro da rede pública.
A incorporação de uma tecnologia ao SUS ocorre após avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). O órgão analisa critérios como eficácia, segurança e custo-efetividade antes de recomendar ou não a inclusão de um medicamento.
A aprovação, no entanto, não significa que os medicamentos estejam imediatamente disponíveis nos hospitais. Antes da oferta aos pacientes, ainda são necessárias etapas como a definição dos protocolos de uso, estabelecimento do financiamento, negociação de preços, aquisição das drogas, organização da distribuição e adequação dos serviços de saúde.
Com a conclusão desse processo, os medicamentos deverão ser disponibilizados de forma gradual pela rede pública, conforme os critérios estabelecidos para cada tratamento.
SUS inclui teste para rastrear câncer que afetou Preta Gil; entenda
O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a incluir o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) na tabela de procedimentos para o rastreamento do câncer colorretal, o mesmo tipo de câncer enfrentado pela cantora Preta Gil, que morreu em julho do último ano, aos 50 anos. O teste será destinado a homens e mulheres assintomáticos com idade entre 50 e 75 anos.
A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira e já está em vigor. Apesar disso, o novo procedimento será registrado nos sistemas do SUS a partir do próximo mês.
O FIT será realizado a cada dois anos e consiste na pesquisa de sangue oculto nas fezes. O exame será oferecido na modalidade ambulatorial e foi classificado como procedimento de atenção básica.

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