Governo monitora impacto da guerra no Oriente Médio na distribuição de medicamentos

A declaração foi dada durante uma visita ao Hospital Universitário de Brasília (HUB), neste sábado (21)

Por Da redação.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que está monitorando a distribuição de medicamentos vindos de outros países para o Brasil, por conta da guerra no Oriente Médio.

A declaração foi dada durante uma visita ao Hospital Universitário de Brasília (HUB), neste sábado (21). O ministro disse ainda que conversou com representantes da Índia e da China sobre os impactos do conflito no Irã nas rotas de entrada e saída de insumos farmacêuticos.

“Esse risco existe. A base inicial de muitos medicamentos é formada por produtos derivados do petróleo. Então, se há aumento no preço do petróleo no mercado internacional ou dificuldade na chegada desse insumo aos países que produzem essas matérias-primas, como China e Índia, a guerra pode afetar toda essa cadeia”, afirmou.

 

Padilha

 

Preços dos remédios aumentam a partir de abril; saiba como economizar


Os medicamentos passarão por reajustes nos valores no dia 31 de março, com os novos valores entrando em vigor em abril. Segundo a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), os reajustes podem chegar até 3,81%.

Os valores atuais permanecem válidos até 31 de março. A atualização dos preços ocorre uma vez por ano, conforme estabelece a lei que regulamenta o mercado farmacêutico brasileiro. Os medicamentos fitoterápicos, que são isentos de prescrição e de alta concorrência, bem como os homeopáticos, não seguem essa regra de reajuste. 

Medicamentos com maior concorrência no mercado podem ter o reajuste de até 3,81%. Já medicamentos que possuem concorrência intermediária, classificados como nível 2, poderão aplicar um aumento de até 2,47%. Por fim, a CMed estabeleceu que os remédios com menor concorrência terão um teto de reajuste de até 1,13%. Apesar de a CMed ter autorizado os novos valores, o reajuste não é automático ou obrigatório para as empresas do setor farmacêutico.

Como economizar

Apesar do aumento, ainda se pode economizar alternando a compra com remédios genéricos ou similares. O preço reduzido, mesmo sendo interessante, ainda sofre resistência. Isso ocorre por causa das dúvidas sobre as diferenças entre os remédios “originais”, “genéricos” e “similares”.


Remédios

Leia mais: Após fim da patente do Ozempic, Anvisa avalia oito remédios nacionais com semaglutida

Siga a gente no InstaFacebookBluesky e X. Envie denúncia ou sugestão de pauta para (71) 99940 – 7440 (WhatsApp).

Comentários

Importante: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Aratu On.

Nós utilizamos cookies para aprimorar e personalizar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda em contribuir para os dados estatísticos de melhoria. Conheça nossa Política de Privacidade e consulte nossa Política de Cookies.