Justiça mantém prisão de MC Poze após audiência de custódia

A sessão virtual ocorreu nesta quinta-feira (16), e o artista seguirá preso em Benfica, na zona norte do Rio

Por Da redação.

A Justiça Federal decidiu manter a prisão do cantor MC Poze do Rodo após audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (16). A sessão ocorreu de forma virtual, e o artista seguirá detido no Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro.

MC Poze foi preso na quarta-feira (15), durante a Operação Narcofluxo, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de lavagem de dinheiro e movimentações ilegais que podem ultrapassar R$ 1,6 bilhão.

O cantor foi detido em sua residência, no Recreio dos Bandeirantes, e levado inicialmente para a sede da Polícia Federal. Em seguida, foi transferido para o presídio onde permanece à disposição da Justiça.

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Segundo a defesa, o artista optou por permanecer em silêncio durante o depoimento e ainda não teve acesso completo ao conteúdo das investigações. Os advogados afirmam que ele nega qualquer envolvimento em irregularidades e estudam medidas para tentar a liberdade do cantor.

De acordo com a Polícia Federal, o grupo investigado utilizava estratégias para ocultar a origem do dinheiro, como transações financeiras complexas, uso de dinheiro em espécie e operações com criptoativos. A operação mobilizou cerca de 200 agentes em diferentes estados e no Distrito Federal.

Poze do Rodo e MC Ryan são presos durante operação da Polícia Federal

A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (15), os funkeiros Poze do Rodo e MC Ryan durante uma operação que investiga um esquema de lavagem de dinheiro com atuação nacional e internacional. A ação acontece nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

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Segundo as autoridades, os artistas são suspeitos de envolvimento em um grupo que utilizava diferentes mecanismos para ocultar e dissimular recursos ilícitos. Entre as estratégias identificadas estão transações financeiras de alto valor, uso de criptoativos e transporte de dinheiro em espécie.

As investigações apontam que o esquema movimentou mais de R$ 1,6 bilhão, o que chamou a atenção dos órgãos de controle e levou à deflagração da operação.

Além das prisões, foram realizadas buscas e apreensões, e a Justiça determinou o bloqueio de bens dos investigados, que inclui também o influenciador Chrys Dias.

A ação tem como objetivo interromper as atividades do grupo e garantir a recuperação de ativos possivelmente obtidos de forma ilegal.

Leia mais: PF faz operação contra grupo suspeito de lavar R$ 1,6 bilhão com criptomoedas

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