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23/06/2022 11h10 | Atualizado em 23/06/2022 11h13

Procurador que agrediu a chefe é preso na manhã desta quinta-feira; “que a Justiça seja feita”, diz governador de São Paulo

Na manhã desta quinta, 23, policiais 1º DP da cidade de São Paulo detiveram Demétrius na capital paulista. Ontem, o procurador teve a prisão preventiva decretada

Procurador que agrediu a chefe é preso na manhã desta quinta-feira; Foto: redes sociais
Da Redação

O procurador Demétrius Oliveira de Macedo, de 34 anos, foi preso na manhã desta quinta-feira (23/6), de acordo com o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB).

Na quarta-feira (22/6), o procurador teve a prisão preventiva decretada após ter sido filmado espancando a chefe dele, Gabriela Samadello Monteiro de Barros, 39, durante o expediente na Prefeitura de Registro, em São Paulo.

Logo após a prisão, o governador de São Paulo usou as redes sociais para comentar o caso. "Informo em primeira mão: a Polícia Civil acaba de prender o agressor Demétrius Macedo. Que a Justiça faça a sua parte agora e use contra ele todo o peso da lei. Agressor de mulher vai pra cadeia aqui em SP. Denuncie sempre".

Segundo informações da TV Tribuna, a polícia de Regristro esteve na casa do agressor na quarta-feira, quando a prisão foi decretada, mas ele não foi encontrado. Na manhã desta quinta, policiais 1º DP da cidade de São Paulo detiveram Demétrius na capital paulista.

CONFIRA O VÍDEO DO MOMENTOD DA PRISÃO:

ENTENDA O CASO

Tudo começou com a denúncia de Gabriela Samadello Monteiro de Barros, que trabalha na Prefeitura, pela má-conduta do colega, que estaria ameaçando as colegas de trabalho. Ao saber da abertura do processo interno, Demétrius agrediu a mulher com murros e socos, sem saber que estava sendo filmado.

Segundo o Uol, o delegado Daniel Vaz Rocha, do 1° Distrito Policial de Registro, no interior de São Paulo, pediu a prisão do acusado junto à 1ª Vara Criminal da cidade. No despacho, o delegado diz que o investigado "vem tendo sérios problemas de relacionamento com mulheres no ambiente de trabalho, sendo que, em liberdade, expõe a perigo às vidas delas, e consequentemente, à ordem pública".

Mais cedo, a procuradora se pronunciou pela primeira vez desde o crime e alegou que já tinha medo do colega antes, mas nunca imaginou que a situação pudesse virar um episódio de violência. O inquérito policial instaurado para apurar o caso reuniu fotos e vídeos da agressão, além de depoimento da vítima, para fundamentar o pedido de prisão preventiva.

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Fonte: Da redação