Doenças podem garantir isenção do Imposto de Renda; veja quais
Isenção do Imposto de Renda é restrito a enfermidades previstas em lei, como câncer e Alzheimer
Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) diagnosticados com doenças graves podem ter direito à isenção do Imposto de Renda. O benefício, no entanto, é restrito a enfermidades previstas em lei, como câncer e Alzheimer.

Para acessar o direito, não basta o diagnóstico; o beneficiário deve apresentar um laudo médico oficial que atenda aos critérios técnicos exigidos pela Receita Federal e pelo INSS. O documento deve detalhar a patologia, a data de início da doença e, se possível, a previsão de controle do quadro.
Ao todo, a legislação brasileira reconhece 16 doenças consideradas graves para a concessão do benefício. Confira a lista:
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Câncer de qualquer tipo
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Esclerose múltipla (CID G35)
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Alienação mental (como Alzheimer e demência)
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Cardiopatia grave
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Cegueira, inclusive em apenas um dos olhos
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Nefropatia grave (como insuficiência renal)
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Hepatopatia grave (como cirrose ou hepatite C)
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Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), mesmo assintomática
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Paralisia irreversível e incapacitante (como paraplegia ou tetraplegia)
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Espondiloartrose anquilosante (CID M45)
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Hanseníase (CID A30)
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Tuberculose ativa (CID A15)
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Doença de Paget em estágio avançado (osteíte deformante)
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Doença de Parkinson
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Fibrose cística
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Contaminação por radiação
A isenção é válida apenas para rendimentos de aposentadoria, pensão ou reforma, não se aplicando a outras fontes de renda. Além disso, especialistas recomendam que o pedido seja formalizado junto ao INSS ou ao órgão pagador do benefício, com a documentação médica adequada.
Novo golpe: criminosos criam sites falsos para roubar contribuintes no Imposto de Renda
Criminosos estão aproveitando o período de entrega da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para aplicar golpes na internet.
As fraudes seguem um padrão semelhante: simular canais oficiais para induzir a vítima ao erro. Em um dos golpes identificados, o usuário é levado a inserir o CPF em um site fraudulento e recebe a informação de que há uma suposta irregularidade vinculada ao documento.
Em seguida, os criminosos oferecem uma “regularização imediata”, com promessa de isenção de multas e juros. Para dar aparência de legitimidade, os golpistas apresentam valores, prazos e até um QR Code para pagamento via Pix, embora a cobrança seja falsa.

Outra estratégia envolve o roubo de dados pessoais. Algumas páginas tentam capturar login e senha da conta Gov.br, sistema que permite acesso a diversos serviços públicos e que pode ser usado de forma indevida por criminosos.
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