Bolsonaro pode passar por nova cirurgia no ombro; entenda
Laudos médicos apontam dor intensa e limitação de movimentos; procedimento do ex-presidente Bolsonaro deve ocorrer ainda neste mês
Por Da redação.
O ex-presidente Jair Bolsonaro pode ser submetido a uma nova cirurgia no ombro, de acordo com documentos apresentados por sua defesa ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os relatórios médicos, protocolados na sexta-feira (3), indicam um quadro de dor intensa e restrição de movimentos.

Os laudos foram encaminhados ao ministro Alexandre de Moraes e apontam que Bolsonaro está em fase pré-operatória. Segundo os documentos, ele tem dificuldades para levantar o braço e faz uso de analgésicos para controlar a dor.
Enquanto aguarda o procedimento, Bolsonaro realiza fisioterapia com foco no preparo para a cirurgia. Ele também se recupera de um quadro recente de broncopneumonia e recebeu alta hospitalar no dia 27 de março, após 14 dias internado para tratamento com antibióticos intravenosos.
Atualmente em prisão domiciliar temporária, em Brasília, o ex-presidente pode solicitar ao STF autorização para nova internação. Até o momento, não há decisão sobre pedidos relacionados ao tratamento de saúde ou mudanças nas condições de visita.
Prisão domiciliar de Bolsonaro

A residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou a ser monitorada por um sistema de rastreamento de drones nesta segunda-feira (30). O equipamento foi instalado durante a tarde, após o vazamento de imagens do local onde o político cumpre prisão domiciliar.
Bolsonaro retornou para casa na última sexta-feira (27), após receber alta do Hospital DF Star, em Brasília, onde se recuperava de uma pneumonia bacteriana decorrente de broncoaspiração.
A medida cumpre determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que proibiu o sobrevoo de drones em um raio de 100 metros da residência.
Considerado o equipamento mais moderno da corporação, o sistema da PMDF possui zoom óptico, localizador térmico e precisão de três metros. Ao SBT News, o Tenente Yuri explicou que a tecnologia não atua como um "antidrone" para abates, mas serve para identificar aeronaves invasoras e localizar seus operadores em tempo real, permitindo a abordagem imediata pelas viaturas.
*Com informações do SBT News
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