Irmãos são presos suspeitos de assaltar seis postos de combustíveis em Feira de Santana
Irmãos suspeitos de assaltar seis postos de combustíveis em Feira de Santana foram alvos de operação da Polícia Civil
Por Ananda Costa.
Dois irmãos, de 22 e 23 anos, foram presos em flagrante pela Polícia Civil suspeitos de envolvimento em uma série de assaltos a postos de combustíveis em Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros de Salvador.

A dupla foi localizada na quinta-feira (27), nos bairros Conceição II e Papagaio, horas depois de um novo roubo, que teria sido o sexto cometido pelos investigados.
As investigações apontam que os crimes começaram em março deste ano. Um dos irmãos já havia trabalhado em um dos postos pertencentes à rede alvo dos assaltos e, segundo a polícia, utilizou o conhecimento adquirido durante o período de trabalho para auxiliar na ação criminosa.
De acordo com a Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Feira de Santana, os suspeitos sabiam como funcionava o transporte dos valores arrecadados pelos estabelecimentos. Os malotes eram levados por um mototaxista entre as unidades, e os criminosos aproveitavam o trajeto para realizar as abordagens.
Irmãos suspeitos de assaltar seis postos de combustíveis

A sequência de ocorrências levou investigadores da unidade especializada a analisar a dinâmica dos crimes e buscar informações que pudessem ajudar na identificação dos envolvidos.
O conhecimento prévio da rotina dos estabelecimentos teria facilitado o planejamento dos assaltos.
Após o sexto roubo, as equipes policiais conseguiram localizar os dois irmãos e realizar a prisão em flagrante. Durante a ação, também foram apreendidos aparelhos celulares e uma motocicleta que, segundo a investigação, era utilizada nos crimes.
Os suspeitos foram conduzidos para a unidade policial e permanecem à disposição da Justiça.
Outras operações

Funcionária suspeita de desviar quase R$ 3 milhões, uma mulher de 26 anos, recebia cerca de R$ 3 mil por mês, mas, segundo as investigações, ostentava uma vida luxuosa. Ela foi presa nesta quinta-feira (27), durante a Operação Fluxo Oculto, deflagrada pela Polícia Civil em Salvador e Itaberaba.
A suspeita é apontada como responsável por um esquema que teria provocado um prejuízo de R$ 2.931.689,58 a cinco empresas dos setores de construção civil e incorporação imobiliária. A investigação identificou aproximadamente 386 transações fraudulentas realizadas entre abril de 2025 e maio de 2026.
Segundo a Polícia Civil, a mulher teria aproveitado o acesso que possuía às movimentações financeiras das empresas para manipular pagamentos realizados por Pix. Ela colocava no sistema os nomes verdadeiros de fornecedores, mas direcionava os valores para contas bancárias ligadas a familiares, incluindo a própria mãe e o companheiro.
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