Entenda próximas etapas para shoppings terem vagas obrigatórias de recarga

Projeto foi sancionada pela ALBA entenda próximas etapas para shoppings terem vagas obrigatórias de recarga

Por João Tramm.

A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) sancionou o projeto de lei que pode mudar as regras nos estacionamentos. Entenda próximas etapas para shoppings terem vagas obrigatórias de recarga. A proposta, porém, ainda não está em vigor e depende de sanção do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

O projeto aprovado pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) prevê a reserva de vagas com pontos de recarga para veículos elétricos e híbridos em shoppings centers de porte médio ou superior.

Entenda próximas etapas para shoppings terem vagas obrigatórias de recarga; Foto: Divulgação / Shopping Salvador

Entenda próximas etapas para shoppings terem vagas obrigatórias de recarga

Se for sancionada, a norma determina que entre 5% e 10% das vagas de estacionamento sejam destinadas a carros eletrificados, com prazo de até um ano para que os estabelecimentos se adequem.

A exigência valerá tanto para shoppings já em funcionamento quanto para novos empreendimentos. Estão incluídos shoppings tradicionais com Área Bruta Locável (ABL) superior a 20 mil m² e shoppings especializados, como outlets, com ABL acima de 10 mil m².

O texto diferencia veículos elétricos, movidos apenas por motor elétrico, dos híbridos, que combinam motor a combustão e elétrico, com possibilidade de recarga externa. Os critérios técnicos para a instalação dos pontos de recarga ainda dependerão de regulamentação do Poder Executivo após eventual sanção.

Projeto foi aprovado na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA)

Debates em estacionamento de shoppings

Em Salvador, também é estudado outras mudanças nos estacionamentos. Dentre elas, o fim da cobrança.

O questionamento surge em meio a discussão do Projeto de Lei nº 209/2023, que propõe gratuidade nos estacionamentos de shoppings centers da capital para consumidores que realizarem compras em valor igual ou superior a cinco vezes a taxa cobrada pelo estabelecimento. 

O projeto é de autoria do vereador Randerson Leal e gerou polêmica após o prefeito Bruno Reis (União) se manifestar contra a matéria. Segundo ele, a proposta é inconstitucional por não ser assunto de competência municipal. Uma audiência da Câmara de Salvador já foi realizado sobre o tema.

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