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22/02/2024 13h40 | Atualizado em 22/02/2024 13h39

Polícia Federal ouve Bolsonaro, Torres, Braga Netto, Heleno e Valdemar nesta quinta-feira (22)

Os depoimentos estão marcados para às 14h30, na sede da PF, em Brasília

Polícia Federal ouve Bolsonaro, Torres, Braga Netto, Heleno e Valdemar nesta quinta-feira (22) Foto: Agência Brasil
Da Redação

SBT News

A Polícia Federal (PF) ouve simultaneamente, nesta quinta-feira (22/2), o ex-presidente Jair Bolsonaro; os ex-ministros Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Walter Braga Netto (Defesa); e o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto.

Os depoimentos estão marcados para às 14h30, na sede da PF, em Brasília. A investigação apura uma suposta associação criminosa para a tentativa de golpe de Estado.

Também serão ouvidos os ex-assessores de Bolsonaro Marcelo Costa Câmara e Tércio Arnaud. Ao todo, 11 pessoas participam da oitiva.

CONFIRA A LISTA DE QUEM SERÁ OUVIDO:

– Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
– General Augusto Heleno, ex-ministro do GSI;
– Anderson Torres, ex-ministro da Defesa e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal;
– General Augusto Heleno, ex-ministro da Defesa;
– General Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil;
– General Mário Fernandes, ex-ministro interino da Secretaria Geral da Presidência;
– Marcelo Costa Câmara, ex-assessor de Bolsonaro;
– Tércio Arnaud, ex-assessor de Bolsonaro;
– Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL);
– Cleverson Ney Magalhães, militar lotado no Comando de Operações Terrestres do Exército;
– Almir Garnier, ex-comandante da Marinha.

A PF já havia adotado a estratégia de realizar os depoimentos de forma simultânea na investigação sobre a venda de presentes que foram recebidos por Bolsonaro enquanto presidente do país.

SILÊNCIO DE BOLSONARO

A expectativa é de que Bolsonaro permaneça em silêncio. O ex-presidente acionou a Justiça duas vezes pedindo acesso aos autos da operação batizada de Tempus Veritatis. A defesa alega que o ex-presidente não pode falar sem saber todos os elementos de prova da investigação — incluindo a delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes concedeu acesso a parte das informações solicitadas e negou pedido de adiamento do depoimento do ex-presidente. A defesa de Bolsonaro recorreu e, mais uma vez, Moraes disse não na noite da última quarta-feira (21), véspera da oitiva.

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