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18/04/2022 16h56 | Atualizado em 18/04/2022 16h57

Nomeações no Diário: Kiki deixa prefeitura e Marcelle assume nova secretaria

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), resolveu publicar no Diário Oficial do Município desta segunda-feira (18/04) as alterações que o Aratu On já tinha antecipados

Nomeações no Diário: Kiki deixa prefeitura e Marcelle assume nova secretaria Foto: Valter Pontes/Secom/PMS
João Brandão

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), resolveu publicar no Diário Oficial do Município desta segunda-feira (18/04) as alterações que o Aratu On já tinha antecipados. Kiki Bispo (União Brasil) deixa a Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza (Sempre) e volta para sua cadeira na Câmara Municipal. A vereadora Marcelle Moraes assume a Secretaria Municipal de Sustentabilidade e Resiliência (Secis). Com as alterações, Palhinha (União Brasil) continua com mandato, já que é suplente e sairia com o retorno de Kiki.

Daniel Ribeiro Silva, atual diretor-geral da Sempre, assume interinamente a pasta. Ivan Euler de Paiva sai da Diretoria-Geral da Secis e assume como subsecretário da pasta.

Kiki volta para a Câmara Municipal ajudar na articulação política, após os ânimos entre os vereadores se aflorarem por causa do rompimento do presidente da Casa, Geraldo Junior (MDB), com a base governista. Geraldo Junior é pré-candidato a vice-governador da Bahia na chapa de Jerônimo Rodrigues (PT). 

O clima piorou quando o União Brasil entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a anulação da reeleição de Geraldo Junior como presidente da Câmara. O contra-ataque não demorou. Geraldinho, como é conhecido, convidou a Procuradoria-Geral do Município para esclarecer o TAC dos ônibus lá na Câmara Municipal.

Impeachment

O Aratu On apurou que uma ala de parlamentares governistas pretende apresentar um pedido de impeachment do mandato presidencial do emedebista após ele dizer que o vice-presidente Carlos Muniz (PTB) foi traído na eleição da Mesa Diretora – aqui, cabe ressaltar que, à priori, não há articulação para cassação do mandato de vereador.

"Ao que parecve, violou o voto secreto de alguém que não se pronunciou. Ainda por cima, ameaçando ao vivo, num programa. Isso mostra como não é republicana forma que ele vem agindo", disse Duda.

Tinoco disse que a declaração é "muito grave". "O vereador Duda já colocou esse questionamento. Eu ainda entendo que, além da gravidade da perspectiva do presidente ver um voto secreto, seja por qualquer o mecanismo, é uma forma de intimidação. É como se ele tivesse querendo intimidar alguém que pudesse ter alguma sinalização", afirmou.

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Fonte: João Brandão