Homem casado mata o próprio amante durante prática sadomasoquista; companheira desconhecia relacionamento
Homem casado mata o próprio amante durante prática sadomasoquista; companheira desconhecia relacionamento
Por Da redação.
Um homem, de 82 anos, foi acusado de matar o seu amante durante um jogo sexual sadomasoquista, segundo documentos de um tribunal do Texas, nos Estados Unidos, divulgados na quarta-feira (21/5), pelo jornal New York Post. A vítima, Craig LaMell, tinha 65 anos e ficou um mês internado em um hospital. Ele alegava ter sido agredido por estranhos na porta de casa. O suspeito, identificado como Bischof, era casado há 35 anos e a imprensa local especula que a esposa, Beverly, não sabia do relacionamento. De acordo com a reportagem, o caso só foi descoberto quando o agressor se aposentou e foi encontrada uma confissão no computador no qual ele trabalhava.
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Ele manteve e-mails e documentos na máquina onde escrevia sobre como "eles se envolveram em comportamento sadomasoquista" e que a vítima havia pedido que ele o agredisse. Bischof descreveu seu amante como um "bebê indefeso" e até tirou uma foto dele deitado no chão, ensanguentado, com ferimentos no rosto, na parte superior do corpo e nos braços, segundo os jornais locais.
Os dois teriam concordado em alegar que tudo era um assalto e a vítima chegou a dizer aos amigos que foi agredido pelo marido ciumento de uma mulher com quem saía. LaMell recebeu alta após uma semana na UTI, mas morreu em dezembro do ano passado. A causa declarada foi homicídio por traumatismo craniano com força bruta.
A saída de Bischof do emprego se deu no dia 29 de abril, quase cinco meses após a morte. Foi quando o ex-gerente dele encontrou os detalhes do crime. Um dos documentos salvos tinha o nome "confissão" e continha planos do agressor de se matar, pois sentia culpa pela morte acidental do amante. O arquivo incluía, ainda, notas de suicídio para serem enviadas aos familiares.
Bishoff confessou o crime, dizendo que "tudo na carta estava correto" e que eles haviam planejado o espancamento "por várias semanas". Ele foi acusado de agressão agravada a um membro da família, já que mantinham um relacionamento, e libertado após pagar fiança de 50 mil dólares, mais de 275 mil reais.
O advogado de Bischof, Mike Russo, dissen que o suspeito chamava o relacionamento secreto de "um caso de amor que durou quatro anos". "Ele não tinha nada além de amor por Craig", disse ao The Post. A defesa alegou, ainda, que a vítima foi a única a mentir sobre o ocorrido, visto que Bishoff confessou o crime.
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