Depois de a Secretaria de Segurança Pública da Bahia afirmar que as atitudes ilícitas, que ocorreram na noite desta última quarta-feira (9/10), "possuem ligação direta com o grupo que convoca greve e busca instalar o caos", depoimentos de polícias militares reverberam o discurso. 

Em nota encaminhada pela SSP-BA à imprensa, os militares - que foram vítimas de um ataque contra uma viatura da 48ª CIPM (Sussuarana), no bairro de Tancredo Neves -,  relataram ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que "o modo de atuação dos homens que abordaram a equipe não era característico do habitual enfrentado no dia a dia".

No depoimento, um dos policiais, inclusive, é enfático ao relacionar o ato criminoso ao movimento de greve. “A Corregedoria está investigando a fundo essa ocorrência, em parceira com a Polícia Civil. Os relatos das vítimas foram fundamentais e agora estamos na busca de câmeras e de outras testemunhas", informou o subcomandante-geral da PM, coronel Paulo Uzêda.

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