Mulher que fingiu ser criança por 14 meses é condenada; saiba quanto tempo ela deve ficar presa
Mulher que fingiu ter 12 anos enganou uma família por 14 meses e recebeu condenação; veja o que acontece agora
Por Liven Paula.
A mulher que fingiu ter 12 anos foi condenada pela Justiça nesta quinta-feira (20) por estelionato e falsa identidade, após passar cerca de 14 meses vivendo com uma família de Joinville, em Santa Catarina.

Amanda Maria Souza de Oliveira, de 38 anos, recebeu uma pena que, somada, chega a 1 ano, 10 meses e 28 dias, em regime inicial semiaberto.
Mulher que fingiu ter 12 anos pode permanecer presa
A sentença manteve a prisão preventiva de Amanda e negou o direito de recorrer em liberdade. Ela está detida desde 2 de junho de 2026.

A pena aplicada pela Justiça é de 1 ano, 6 meses e 10 dias de reclusão, além de 4 meses e 18 dias de detenção. Como o regime inicial determinado foi o semiaberto, a execução da pena seguirá as regras estabelecidas pela Justiça.
Segundo a decisão, Amanda criou uma identidade fictícia e passou a se apresentar como uma adolescente de 12 anos. Para conquistar a confiança da família, teria relatado situações de vulnerabilidade, incluindo supostos abusos, problemas de saúde e abandono familiar.
Durante aproximadamente 14 meses, ela recebeu moradia, alimentação, medicamentos e outros cuidados como se fosse filha da família.
Mulher que fingiu ter 12 anos é indiciada por aplicar golpes em grupo de oração
A Polícia Civil do Paraná indicou Amanda Oliveira, de 38 anos, por aplicar golpes em um grupo de oração virtual. A suspeita também chegou a se passar por adolescente de 12 anos com leucemia em estágio terminal para conseguir obter dinheiro dos fiéis. De acordo com as investigações, cerca de 12 vítimas foram identificadas e reconheceram a investigada após repercussão do caso. Ela foi acusada nesta última sexta-feira (10), pelo crime de estelionato.
No estado do Paraná, a suspeita participava de grupos religiosos pela internet, fingia viver uma rotina de uma adolescente com câncer e pedia transferências via Pix para um falsos exames e tratamentos médicos.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, os golpes aconteceram em 2021 e continuaram por cerca de dez meses. Durante esse tempo, Amanda criou diferentes histórias para sensibilizar as vítimas e conseguir dinheiro, entre elas estão mortes de familiares, violência e agravamento do seu estado de saúde.
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