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22/03/2024 16h15 | Atualizado em 22/03/2024 16h18

Série de diretora de ‘Ó Paí, Ó 2’ tem gravações em Salvador neste fim de semana

Viviane Ferreira e sua equipe farão as cenas no Nordeste de Amaralina

Série de diretora de 'Ó Paí, Ó 2' tem gravações em Salvador neste fim de semana Foto: Ivan Lacombe/Divulgação
Da Redação

A diretora Viviane Ferreira (Ó Paí, ó 2) e sua equipe seguem gravando em Salvador, até domingo (24/3), um dos episódios da primeira temporada da série documental “Favela.doc”, uma radiografia audiovisual da música de favela do Brasil. Na capital baiana, a produção mergulha na favela do Nordeste de Amaralina, onde acompanha de perto o processo criativo, as vivências íntimas e a inventividade do grupo TrapFunk&Alívio.

Formado por Felipe Pomar (Banha), Alex Ribeiro (DJ Allex), Felipe Cardeal (Manno Lipe), Luitan Assis (MC Sagat) e Philipe Estevão (B-Boy Sabotage), o grupo traduz a essência da música produzida em comunidades periféricas, impulsionada por sistemas de som e tecnologia, apresentando repertório que mescla o trap e o funk ao pagodão baiano, resultando em misturas de potência global.

A série em oito episódios tem como pano de fundo a criatividade e efervescência do funk, trap, samba, grime/drill, tecnobrega, bregafunk, R&B e pagode baiano, e propõe uma radiografia da música periférica brasileira. Na linha de frente dos episódios estão personagens fundamentais dos estilos retratados: figuras cujas histórias destacam o protagonismo das favelas na construção da identidade nacional e na inovação da música brasileira.

A série – coprodução entre as agências “Um Nome” e “Odun Filmes” – conta com oito episódios gravados em 4K entre Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco, Pará, São Paulo e Distrito Federal em sua primeira temporada.

De acordo com informações da produção, a escolha dos estados não foi aleatória, mas sim estratégica para capturar a diversidade cultural e as nuances específicas de cada região. Do Planalto Central à Amazônia paraense, das favelas cariocas e paulistas às periferias baianas e pernambucanas, a série tem como pano de fundo a criatividade e efervescência do funk, trap, samba, grime/drill, tecnobrega, bregafunk, R&B e pagode baiano, e propõe uma radiografia da música periférica brasileira. Na linha de frente dos episódios estão personagens fundamentais dos estilos retratados: figuras cujas histórias destacam o protagonismo das favelas na construção da identidade nacional e na inovação da música brasileira.

A série é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, e tem equipe complementada pela direção de produção de Carol Lacombe, direção de fotografia de Flávio Rebouças, som de Marise Urbano, direção de arte de Amanda Lima, segunda câmera de Paula Ortiz e logging de Ada Regina e Aleph Pereira.

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