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02/01/2024 13h20 | Atualizado em 02/01/2024 13h46

Dom Sergio da Rocha fala sobre relação próxima com Papa Francisco e elogia pontífice: ‘muito atento à sociedade’

Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Sergio da Rocha, foi entrevistado no Linha de Frente

Dom Sergio da Rocha fala sobre relação próxima com Papa Francisco e elogia pontífice: 'muito atento à sociedade' Foto: TV Aratu
Da Redação

A relação com o Papa Francisco e com o Nordeste foram temas da entrevista do arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Sergio da Rocha, ao programa Linha de Frente, da TV Aratu. A entrevista pode ser conferida na íntegra, no canal do Linha de Frente no YouTube e no Aratu On.

“Sou já conhecido como um bispo nordestino e isso pra mim é motivo de orgulho, de alegria”, disse Dom Sergio, na ocasião. Paulista de nascimento, ele foi nomeado bispo no Nordeste. Em 2001, ele recebeu o título pelo Papa, João Paulo II, quando morava em Fortaleza, Ceará.

Depois, ele seguiu para Teresina, no Piauí, e o sucessor de João Paulo II, Bento XVII, o escolheu para ser Arcebispo de Brasília. Em Salvador, ele chegou em 2020, e já se diz um admirador da cultura e das tradições soteropolitanas.

VATICANO

Dom Sergio da Rocha é tido como um nome forte no Vaticano, para onde viaja muitas vezes por ano. Para 2024, inclusive, já estão programadas mais de dez visitas. Ele contou que costuma ir às quintas-feiras e retornar no domingo, para não passar muito tempo afastado de suas funções na capital baiana.

Hoje, ele é um dos únicos dois representantes das Américas a integrar a segunda formação do G9, grupo formado por nove cardeais para assessorar o papa em eventuais mudanças na Igreja Católica. “O Papa está muito atento ao que se passa na sociedade e o que atinge a humanidade, e tem nos dado um exemplo de que nós devemos reconhecer nos outros irmãos a serem amados. A humanidade é uma grande família”, afirmou.

Por integrar o conselho G9, Dom Sergio pode votar em uma futura escolha de um novo papa. E, ao poder votar, também pode ser votado. Assim, caso o Conclave decida, o arcebispo de Salvador pode, um dia, tornar-se a entidade máxima no Vaticano, mas o arcebispo de Salvador reforça a mensagem de que não há maiores pretensões.

“Continuo a ser um cardeal da igreja. Sou alguém que procuro colaborar com o Papa, mas são serviços. […] Nós [G9] temos reuniões frequentes. Já há um calendário estabelecido para colaborar com o Papa. Nós não temos a pretensão de ir além daquilo que é o nosso papel. Somos servidores da Igreja, próximos do Papa, que procuram ouvi-lo e ajudam naquilo que ele julga importante. E tem muito assunto”, comentou.

CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA

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