Veja quem é o diretor de presídio da Bahia suspeito de matar namorada em Aracaju

Diretor de presídio da Bahia suspeito de matar namorada em Aracaju estava se relacionando com a vítima há uma semana

Por Da redação.

Quem é o diretor de presídio da Bahia suspeito de matar namorada em Aracaju? Tiago Sóstenes Miranda de Matos está sendo investigado pela morte de Flávia Barros, de 38 anos, na manhã do último domingo (22), em um hotel no bairro Atalaia.

Diretor de presídio da Bahia suspeito de matar namorada em Aracaju. Foto: Redes sociais

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Sergipe, equipes policiais foram acionadas nas primeiras horas do dia após relatos de disparos de arma de fogo. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram Flávia já sem vida.

Tiago também estava no local e apresentava indícios de tentativa de suicídio. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), onde permanece internado na ala vermelha.

Quem é o diretor de presídio da Bahia suspeito de matar namorada em Aracaju?

Foto: Redes sociais

Tiago Sóstenes Miranda de Matos, diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, havia iniciado o relacionamento há uma semana. Os dois haviam viajado juntos para curtir um show.

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) da Bahia, o servidor não responde a processo administrativo disciplinar, possui histórico funcional considerado regular e desempenhava suas funções de gestão sem registros de condutas incompatíveis com o cargo ou indicativos de instabilidade pessoal ou emocional.

Feminicídios na Bahia

Rede de Observatórios da Segurança divulgou, nesta sexta-feira (6), a sexta edição do boletim Elas Vivem: a urgência da vida, que reúne dados sobre violência contra mulheres em nove estados brasileiros, entre eles a Bahia.

De acordo com o levantamento, a Bahia registrou 240 casos de violência contra mulheres em 2025, número que representa uma redução de 6,6% em relação ao ano anterior. O estudo também aponta lacunas na identificação das vítimas: em 85% das ocorrências não havia informação sobre raça ou cor.

Nos casos de feminicídio registrados no estado, 72,9% dos crimes foram cometidos por parceiros ou ex-parceiros das vítimas, segundo o relatório.

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