Veja o que se sabe sobre jovem encontrado após desaparecer no Pico Paraná
Jovem encontrado após desaparecer no Pico Paraná sumiu durante trilha e foi localizado com vida cinco dias depois
Por Ananda Costa.
O jovem Roberto Farias Thomaz, de 19 anos, foi encontrado com vida na manhã desta segunda-feira (5) após desaparecer durante uma trilha no Pico Paraná, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. O desaparecimento ocorreu no dia 1º de janeiro.

Roberto iniciou a trilha no dia 31 de dezembro acompanhado de uma amiga, Thayane Smith, também de 19 anos. Eles chegaram ao cume do Pico Paraná na madrugada do dia 1º de janeiro. De acordo com o relato da jovem, Roberto passou mal durante a subida, mas conseguiu concluir o trajeto.
Durante a descida, iniciada por volta das 6h30, Roberto se separou da amiga em um trecho antes de um acampamento e não foi mais visto. Outro grupo passou pelo local pouco tempo depois, mas não encontrou o jovem.

Segundo familiares, o jovem foi localizado consciente e em bom estado de saúde. Ele foi encontrado em uma área rural na região de Antonina, no litoral do Paraná, e encaminhado para atendimento médico. Imagens divulgadas pela família mostram Roberto após ser localizado.
O desaparecimento mobilizou equipes de resgate, voluntários e familiares, que realizaram buscas na região da Serra do Mar até a confirmação de que o jovem havia sido encontrado com vida.
Com informações do SBT News.

Casos parecidos
Juliana Marins
No dia 11 de julho de 2025, peritos brasileiros divulgaram detalhes sobre a morte da publicitária Juliana Marins, de 26 anos, que caiu no Monte Rinjani, na Indonésia, no dia 20 de junho. Segundo uma nova autópsia realizada no Brasil, Juliana permaneceu viva por cerca de 32 horas após a primeira queda.
Desde que o corpo foi encontrado, no dia 24 de junho, o caso tem sido investigado para esclarecer as circunstâncias da morte, especialmente o tempo que a jovem resistiu após o acidente. A primeira autópsia, realizada em Bali, apontou que Juliana sofreu múltiplas fraturas no tórax, ombro, coluna e coxa, causadas por um trauma contundente.

As lesões provocaram hemorragia interna e danos a órgãos vitais, indicando que a morte teria ocorrido pouco tempo após o impacto. Ainda assim, os legistas da Indonésia afirmaram que Juliana teria sobrevivido por até quatro dias.
No entanto, após o corpo ser trazido ao Brasil, a família solicitou uma nova perícia. Em coletiva de imprensa nesta sexta, a irmã de Juliana, Mariana Marins, acompanhada de peritos da Polícia Civil, informou que a jovem permaneceu viva por 32 horas após a primeira queda.
Segundo a Polícia Civil, Juliana inicialmente deslizou de costas por cerca de 60 metros, até colidir com um paredão rochoso. Depois, seguiu em queda por uma distância total de aproximadamente 220 metros em relação à trilha original. Acredita-se que, no impacto final, ela tenha caído de frente, o que teria causado sua morte.
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