Suspeito de matar quatro trabalhadores baianos é preso em João Pessoa

Um homem identificado como suspeito de matar os quatro trabalhadores baianos é preso na região metropolitana de João Pessoa

Por Rosana Bomfim.

Um homem suspeito de participação no assassinato de quatro trabalhadores baianos foi preso na noite de quarta-feira (8), no município de Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa, na Paraíba.

Trabalhadores Baianos. | Foto: Reprodução redes Social

De acordo com o Portal Metrópoles, a captura ocorreu após seis dias de investigações e foi realizada por meio de uma operação conjunta entre a Delegacia de Homicídios e a Guarda Civil Metropolitana (GCM). Durante a ação, os agentes apreenderam com o suspeito o celular pertencente a uma das vítimas.

O homem foi localizado em uma residência situada no bairro Comercial Norte. No mesmo local, uma mulher que também estava no imóvel foi detida pelas autoridades.

Trabalhadores baianos mortos em João Pessoa

A Polícia Civil da Paraíba investiga o desaparecimento de quatro trabalhadores baianos em Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa. Apesar do caso ter sido registrado nesta quinta-feira (2), os homens não são vistos desde a noite do dia 31 e março. 

IML Confirma Trabalhadores Baianos. Foto: Polícia Civil

Os trabalhadores estavam no estado há cerca de dois meses e residiam em uma casa de apoio destinada a profissionais da construção civil. As vítimas foram identificadas como:

  • Cleibson Jaques (31 anos) de Campo Formoso 

  •  Lucas Bispo (idade nao revelada) de Campo Formoso

  • Sidclei Silva (21 anos) de Morro do Chapéu 

  • Gismario Santos (23 anos) de Morro do Chapéu 

Familiares de trabalhadores baianos mortos em João Pessoa chegam ao IML

Familiares dos trabalhadores baianos encontrados mortos em João Pessoa, na Paraíba, chegaram ao Instituto Médico Legal (IML) no último sábado (4) para fazer a liberação dos corpos.

Os corpos foram encontrados em uma área de mata, apresentando marcas de tiros. Três das vítimas estavam com as mãos amarradas, conforme detalhou o perito Rodrigo Farias, do Instituto de Polícia Científica (IPC).

A delegada Josenise Andrade informou que dois dos corpos estavam com documentos emitidos no estado da Bahia. Em razão do avançado estado de decomposição, não foi possível fazer a identificação visual das vítimas nem precisar o número de perfurações.

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