Segunda blogueira é presa por venda ilegal de canetas emagrecedoras em Salvador

Segunda blogueira foi localizada horas após a prisão da influenciadora Claudiane Rocha da Silva Freitas, suspeita de articular as vendas em Salvador

Por Anna Caroline Santiago.

Uma segunda blogueira foi presa na tarde desta quarta-feira (14), em Salvador, suspeita de envolvimento em um esquema de roubo e revenda ilegal de canetas emagrecedoras. Mais cedo, outra influenciadora, identificada como Claudiane Rocha da Silva Freitas, já havia sido presa durante a Operação Mirakel.

A segunda investigada, que possui mais de 100 mil seguidores nas redes sociais, era procurada pelo crime de receptação das canetas emagrecedoras roubadas. Ao todo, seis pessoas foram alvo de mandados de prisão e de busca e apreensão cumpridos por equipes das polícias Civil, Militar e Técnica, em uma operação integrada.

Primeira influenciadora presa

Segunda blogueira é presa por venda ilegal de canetas emagrecedoras em Salvador. Foto: TV Aratu

De acordo com a Polícia Civil, Claudiane Rocha da Silva Freitas seria responsável por adquirir e comercializar canetas emagrecedoras furtadas em farmácias da capital. Durante o cumprimento dos mandados no Complexo do Nordeste de Amaralina, onde ela residia, foram apreendidos celulares, um tablet e pinos utilizados para embalar drogas.

As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e apurar a extensão do esquema criminoso.

Operação Mirakel

A primeira fase da Operação Mirakel foi realizada em junho do ano passado, quando duas pessoas apontadas como lideranças do esquema foram presas. Segundo as investigações, um dos suspeitos era responsável por cooptar adolescentes e coordenar ataques a farmácias, enquanto o outro atuava como executor dos roubos dos medicamentos.

Durante as diligências daquela etapa, foram apreendidos objetos supostamente utilizados nos crimes, como uma mochila de entrega por aplicativo, uma capa de chuva e um casaco identificados em imagens de câmeras de segurança, além de produtos de higiene pessoal com indícios de subtração de estabelecimentos comerciais.

Primeira fase da Operação Mirakel foi realizada em junho do ano passado. Foto: PCBA

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