VÍDEO: operação contra facção paulista prende 20 suspeitos na Bahia
Operação contra facção paulista foi deflagrada nesta quinta-feira (8) em 10 cidades da Bahia e de São Paulo
Por Da redação.
Vinte integrantes de uma organização criminosa já foram identificados e presos durante o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão da Operação Equação Final, deflagrada nas primeiras horas desta quinta-feira (8). A ação ocorre simultaneamente em 10 cidades dos estados da Bahia e de São Paulo e tem como alvo uma facção criminosa com atuação no estado paulista e ramificações na Bahia.

Na Bahia, as prisões foram realizadas nos municípios de Jequié, Ipiaú, Dário Meira, Ubatã, Nova Ibiá, Gongogi e Itacaré. Ao todo, 15 suspeitos foram localizados em cidades da região sudoeste, enquanto outros cinco foram presos em municípios do sul do estado.
Segundo as investigações, os alvos possuem histórico de envolvimento em crimes como homicídio, associação criminosa e tráfico de drogas. A apuração aponta ainda que os integrantes da organização tinham atuação principalmente em Ipiaú e Ubatã, com ramificações em outras cidades baianas.
Além dos mandados de prisão e de busca e apreensão, a Justiça autorizou o bloqueio de contas bancárias, bens e outros valores pertencentes aos investigados. A medida tem como objetivo impedir a movimentação do patrimônio durante o andamento das investigações.
O bloqueio de bens e valores pode chegar a R$ 15 milhões.
Operação em Salvador

Integrantes da facção criminosa Katiara são alvos da Operação Termópilas, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia na manhã desta quinta-feira (8), em Salvador. Mais de 200 policiais participam da ação, que também cumpre mandados em outras duas cidades baianas e no estado de São Paulo.
Na capital baiana, uma das áreas onde a operação acontece é o bairro da Palestina. Segundo as investigações, os alvos são suspeitos de envolvimento em crimes como extorsão mediante sequestro, homicídios, tráfico de drogas, tráfico e comércio ilegal de armas de fogo, além de organização criminosa.
A operação é resultado de oito meses de investigações conduzidas de forma integrada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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