Mineiro foragido por lavagem de dinheiro é preso no oeste da Bahia
Mineiro foragido tinha mandado de prisão preventiva por suspeita de integrar organização criminosa
Um mineiro foragido da Justiça, investigado por receptação qualificada e lavagem de dinheiro, foi localizado e preso na quinta-feira (25), no município de Cristópolis, no oeste da Bahia. A ação foi realizada em conjunto pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e pela Polícia Militar da Bahia.

O suspeito era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Patos de Minas (MG). A ordem judicial faz parte de uma investigação conduzida pelo Gaeco do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), no âmbito de uma operação deflagrada em 23 de junho de 2026 para combater uma organização criminosa investigada por receptação qualificada e lavagem de dinheiro.
Segundo o MP, o compartilhamento de informações entre as unidades dos Ministérios Públicos da Bahia e de Minas Gerais permitiu identificar o paradeiro do investigado em Cristópolis. A partir das diligências realizadas pelas equipes do Gaeco baiano, foi possível localizar e cumprir o mandado de prisão.
Após a captura, o homem foi encaminhado à autoridade policial competente e permanece à disposição da Justiça para a adoção das medidas legais cabíveis.
Empresas suspeitas de lavagem de dinheiro são alvos de operação em Salvador

A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram a Operação Putridium Malum 7, que investiga um suposto esquema de descaminho e lavagem de dinheiro relacionado à comercialização de produtos eletrônicos em Salvador e Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador.
Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador e Lauro de Freitas. As ordens judiciais foram expedidas pela 17ª Vara Federal da capital baiana.
De acordo com as investigações, empresas que integrariam um mesmo grupo econômico são suspeitas de comercializar produtos eletrônicos introduzidos de forma irregular no país, sem o recolhimento dos tributos exigidos pela legislação.
Segundo a Polícia Federal, a apuração identificou uma movimentação financeira considerada ilícita de aproximadamente R$ 6 milhões entre os anos de 2022 e 2025.
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