Falso médico é considerado foragido por aplicar golpes com IA na Bahia
Falso médico usava os dados do profissional de Teixeira de Freitas para aplicar golpes
Um homem de 42 anos, identificado como Flávio dos Santos Fraga, é considerado foragido da Justiça por aplicar golpes utilizando a identidade de um médico de Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia. Morador de Salvador, ele usava os dados do profissional de saúde para aplicar golpes na compra de medicamentos e equipamentos médicos junto a empresas de diferentes estados do país.

O que se sabe sobre falso médico
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito também recorria a imagens produzidas por inteligência artificial para dar aparência de legitimidade às fraudes e enganar as vítimas.
Na quarta-feira (29), equipes da Civil cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência do investigado, durante a Operação DeepFake. No imóvel, um aparelho celular foi apreendido e será submetido à perícia para auxiliar nas investigações.
As apurações revelaram que o esquema envolvia ainda o uso de documentos falsificados, receitas médicas adulteradas e outros recursos tecnológicos utilizados para reforçar a credibilidade dos golpes.
Ainda conforme a polícia, Flávio já possui antecedentes por crimes patrimoniais praticados mediante fraude, com um modo de atuação semelhante ao identificado na investigação atual.
A Justiça converteu a prisão temporária do investigado em prisão preventiva. Como ele não foi localizado, é considerado foragido. Caso seja capturado, poderá responder pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso e associação criminosa.
Operações na Bahia
Suspeito de chefiar grupo especializado em roubo de cabos é preso na Bahia
Um suspeito de chefiar um grupo especializado em roubo de cabos, que não teve o nome divulgado, foi preso na manhã desta quinta-feira (30), durante a Operação Cabo de Força, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia.
A ação cumpriu mandados em Salvador e Camaçari contra investigados por integrar uma organização criminosa que atua em roubos a empresas instaladas nos polos industriais do Centro Industrial de Aratu (CIA) e de Aratu.

A prisão ocorreu no município de Camaçari, onde o investigado foi localizado em uma residência. Segundo a Polícia Civil, ele tentou fugir ao perceber a aproximação das equipes, mas foi alcançado e preso.
De acordo com as investigações, o homem apontado como chefe da organização era responsável por planejar os ataques, definir a logística das ações, recrutar integrantes especializados para cada investida e participar diretamente da execução dos crimes.
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