Entenda como funcionava golpe aplicado por mulher em cidade baiana
Entenda como funcionava o golpe aplicado por uma mulher, presa nesta terça-feira (25), na cidade de Paulo Afonso; comerciante levou prejuízo de R$ 750
Por Lucas Pereira.
Uma mulher de 29 anos foi presa em flagrante, nesta terça-feira (25) pelos crimes de fraude eletrônica e ameaça em Paulo Afonso, cidade do extremo norte baiano. Entenda como funcionava o golpe aplicado.

Segundo apuração do Aratu On junto à Polícia Civil, a mulher e um comparsa solicitavam produtos via WhatsApp e enviavam aos lojistas comprovantes de pagamento que não correspondiam a transferências reais. Uma das vitimas desconfiou da ação e denunciou o caso.
A PC explicou que o comerciante, após ouvir relatos de golpes semelhantes na região, checou o extrato bancário e notou que o valor não havia sido creditado. A vítima decidiu acompanhar a rota de entrega e flagrou a mulher e um homem recebendo as mercadorias.
O comparsa conseguiu fugir com os produtos, mas a suspeita foi detida no local até que uma uma equipe da Polícia Civil chegasse para atender a ocorrência. A vítima ainda afirmou que mulher teria feito ameaças para conseguir ser liberada.
Ela foi conduzida à Delegacia Territorial (DT/Paulo Afonso), onde foi autuada em flagrante e agora permanece à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar e localizar o homem foragido. A operação foi realizada por equipes da 18ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (18ª COORPIN/Paulo Afonso) e do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Nordeste).

Policial civil é investigado por acesso ilegal a sistemas de segurança em Feira de Santana
Um policial civil, que não teve o nome divulgado, é investigado por suposto acesso ilegal a sistemas restritos de segurança pública em Feira de Santana, no interior da Bahia.
O agente foi alvo de dois mandados de busca e apreensão cumpridos nesta terça-feira (25), durante a Operação Espionagem, deflagrada pela Polícia Federal em conjunto com órgãos de segurança e investigação do estado.
Segundo as autoridades, o policial teria consultado dados pessoais e funcionais de um integrante do Poder Judiciário e de um familiar, sem que houvesse justificativa funcional ou relação com alguma investigação oficial.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos materiais que serão analisados pelos investigadores. A partir desse conteúdo, as autoridades buscam esclarecer como ocorreram os acessos e verificar se outras pessoas também estão envolvidas no caso.
Caso as suspeitas sejam confirmadas, o policial civil poderá responder por crimes contra a Administração Pública e violação de sigilo funcional.
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