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Operação Reino Oculto tem novo balanço: 33 pessoas são presas e R$ 4 milhões são bloqueados

A Operação Reino Oculto, deflagrada para combater o tráfico de drogas, o comércio de armas e a lavagem de dinheiro, resultou na prisão de 33 pessoas

Por Da redação.

A Operação Reino Oculto, deflagrada para combater o tráfico de drogas, o comércio de armas e a lavagem de dinheiro, resultou na prisão de 33 pessoas na Bahia. Em entrevista à TV Aratu nesta quinta-feira (10), o delegado-geral da Polícia Civil, André Viana, revelou detalhes da megaoperação integrada com o Ministério Público, que também levou ao bloqueio judicial de R$ 4 milhões e à apreensão de mais de R$ 80 mil em dinheiro vivo.

Entre os presos está o suspeito conhecido como “Gnomo”, identificado como Roger, apontado pela polícia como uma das lideranças do tráfico de drogas no bairro de Itapuã, em Salvador.

A Operação Reino Oculto, deflagrada para combater o tráfico de drogas, o comércio de armas e a lavagem de dinheiro, resultou na prisão de 33 pessoas. | Foto: Reprodução/TV Aratu

Imóveis de alto padrão eram usados no esquema

Segundo André Viana, o nome da operação faz referência à estratégia utilizada pela organização criminosa para ocultar as atividades ilegais. Integrantes do grupo alugavam imóveis de alto padrão em diferentes bairros para utilizá-los como depósitos e pontos de distribuição de drogas e armamentos, sem levantar suspeitas.

A investigação era realizada há mais de seis meses pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic). Ao todo, foram cumpridos 90 mandados de busca e prisão em Salvador, na Região Metropolitana e em cidades do interior da Bahia.

A operação também identificou ramificações da organização criminosa nos estados de Sergipe, São Paulo e Espírito Santo.

Mais de 200 policiais participaram da operação

A ofensiva contou com a participação de mais de 200 policiais de diferentes setores operacionais da Polícia Civil. Segundo Viana, a Operação Reino Oculto faz parte das ações de combate qualificado ao crime organizado realizadas pela instituição. Ao longo de 2026, a Polícia Civil já ultrapassou a marca de 450 operações.

Integrantes do grupo alugavam imóveis de alto padrão em diferentes bairros para utilizá-los como depósitos e pontos de distribuição de drogas. | Foto: Reprodução/TV Aratu

O delegado-geral destacou ainda que os valores bloqueados pela Justiça durante as investigações relacionadas à lavagem de dinheiro poderão ser destinados futuramente ao fortalecimento da segurança pública, com investimentos em equipamentos e estrutura das forças policiais.

LEIA MAIS:  Suspeito é morto a tiros durante tentativa de assalto no bairro do Pero Vaz, em Salvador 

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