Chefe da PM condena Márcio Victor após crítica à policia: 'Ano de eleição'
Do trio elétrico, Márcio Victor pediu que a música fosse interrompida ao perceber uma abordagem policial
Por Matheus Caldas.
O comandante-geral da Polícia Militar, Antônio Magalhães, criticou o vocalista do Psirico, Márcio Victor, após o cantor classificar como “vagabundagem” uma ação policial durante a passagem da banda pelo circuito Barra-Ondina, no Carnaval de Salvador, no último domingo (16).
Do trio elétrico, Márcio Victor pediu que a música fosse interrompida ao perceber abordagem policial. “Peraí, peraí, peraí... Polícia! Polícia! Polícia! Que é isso? Que é isso, rapaz? Que vagabundagem é essa, policial? Não tem ninguém bagunçando. Minha família tá aqui, pô! Que é isso, pai? Que é isso, pai? Pelo amor de Deus, irmãos!”, criticou.
Em entrevista ao programa Alô Juca, da TV Aratu, Magalhães ironizou Márcio Victor e sugeriu que a manifestação ocorreu em função do ano eleitoral. “Já imaginávamos que pudesse acontecer algo dessa natureza, até porque estamos em ano de eleição. As pessoas vivem buscando alguma coisa para causar e dizer algo diferente”, disse.

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O chefe da Polícia Militar disse que é “inaceitável” a crítica feita por Márcio Victor. “Certamente ele se equivocou e não queria falar isso. Acredito que um cantor dessa relevância não falaria uma situação dessa com a Polícia Militar e ele sabe que não faz nada sem a Polícia Militar”, rebateu.
“Desde quando ele não era quase nada, fazíamos segurança para ele fazer os shows dele no Engenho Velho de Brotas, porque eu trabalhei lá e fazia. Ele sabe disso e o quanto precisa da polícia”, acrescentou.
Assista entrevista com coronel Magalhães
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