Casal agride funcionários de supermercado em Castelo Branco, em Salvador
Confusão em Castelo Branco deixou funcionário ferido, loja evacuada e boletim de ocorrência registrado após fuga dos suspeitos
Por Matheus Caldas.
Uma briga generalizada foi registrada na manhã desta segunda-feira (23) no supermercado Atakarejo, localizado na Rua Genaro de Carvalho, no bairro de Castelo Branco, em Salvador. A confusão envolveu clientes e funcionários e terminou com um trabalhador ferido.
De acordo com relatos colhidos durante cobertura do programa Alô Juca, o desentendimento começou no caixa. Uma atendente, chamada Mayara, afirmou que o o suspeito, identificado como Jessé Valença, já demonstrava nervosismo. “Ele estava estressado e respirando fundo, com um tom de voz pesado”, relatou.
Veja momento das agressões no Atakarejo de Castelo Branco
Imagens: leitor/Alô Juca
Segundo ela, a discussão aumentou após a postura da mulher que o acompanhava, identificada como Carol Deusa. “Ela, no deboche, nem olhou para mim, respondeu que não iria falar com uma pessoa mal-educada. Quando fui responder, ela foi aumentando a voz para calar a minha. Consequentemente, aumentei a minha também para ela entendesse o que eu estava falando. Ele se abaixou e colocou o dedo na minha cara e disse para eu não gritar com a mulher dele”, contou.
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Durante a confusão, um funcionário chamado Caique tentou defender a colega e acabou sendo agredido. Ele levou um soco no rosto, machucou o nariz e teve um dente quebrado. “Chamei ele de covarde e ele já veio na intenção de me dar um soco. Meus óculos caíram no chão. A gente correu para o fundo da loja e se escondeu com medo dele”, afirmou.

Testemunhas relataram ainda que Jessé Valença teria dito que era policial e que estava armado, o que aumentou o pânico no estabelecimento.
A Polícia Militar foi acionada, mas o casal já havia deixado o local antes da chegada das equipes. Diante da situação, a loja foi evacuada. Um boletim de ocorrência foi registrado. Funcionários também relataram insatisfação com a atuação da segurança da unidade.
O Aratu On procurou a assessoria de imprensa da Militar, que afirmou que de acordo com a 47ª CIPM, não houve acionamento para o fato. A Polícia Civil não se manifestou até a publicação desta matéria. A reportagem não conseguiu contato com nenhum representante do Atararejo.
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