Ato por cachorro Orelha acontece neste domingo em Salvador; confira

Manifestação acontece em respeito à vida e justiça pela morte de Orelha, um cão comunitário que foi espancado em Florianópolis

Por Rosana Bomfim.

O Instituto Patruska, organização dedicada à proteção dos animais e do meio ambiente, anunciou nesta quinta-feira (29) a realização de uma manifestação pacífica neste domingo (1º), às 8h, no Farol da Barra, em Salvador. O ato pede mudanças efetivas, respeito à vida e justiça pela morte de Orelha, um cão comunitário que foi espancado e morreu no início do mês.

Ato Por Justiça a Orelha Acontece Neste Domingo Em Salvador. Foto: Divulgação @institutopatruska

Em publicação nas redes sociais, os organizadores orientaram os participantes a levarem cartazes com frases como “Crueldade Nunca Mais”, “Justiça para Orelha”, “Cadeia para Maus-Tratos”, “Animais Importam Sim”, “Quem Maltrata Animais, Maltrata Pessoas” e “Mudança para Menores Infratores”.

Ato Por Justiça a Orelha Acontece Neste Domingo Em Salvador. Foto: Divulgação @institutopatruska

Orelha era um cão comunitário de aproximadamente 10 anos que vivia na Praia Brava, em Florianópolis Santa Catarina. Ele foi encontrado gravemente ferido após sofrer agressões e acabou sendo submetido à eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.

As investigações indicam que o animal foi atacado por um grupo de adolescentes. O caso gerou comoção nacional e motivou protestos, abaixo-assinados e pedidos por punição aos responsáveis, além da cobrança por políticas públicas voltadas à proteção animal em diversas regiões do país.

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Ato Por Justiça a Orelha Acontece Neste Domingo Em Salvador. Foto: Divulgação @institutopatruska

Com a repercussão do episódio, moradores passaram a registrar reclamações contra o Majestic Palace Hotel na plataforma Reclame Aqui. Segundo as denúncias, o pai de um dos adolescentes suspeitos de participar das agressões seria sócio do estabelecimento. O hotel negou qualquer envolvimento ou conivência com a morte do cão.

Ainda nesta quinta-feira (29), dois dos quatro adolescentes investigados desembarcaram em Santa Catarina após uma viagem aos Estados Unidos. Na chegada, eles foram intimados pela Polícia Civil e tiveram os celulares apreendidos.

Os aparelhos passarão por perícia e podem auxiliar no esclarecimento da dinâmica das agressões e na identificação de uma eventual participação de outras pessoas no crime que chocou e revoltou o país.

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