Mulher é levada para UPA de Salvador após suspeita de intoxicação
Os sintomas teriam iniciado após a percepção de um odor semelhante ao de amônia na região onde reside
Por Da redação.
Uma mulher, de 31 anos, foi levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no bairro de Valéria, em Salvador, por suspeita de intoxicação. Segundo a própria paciente, os sintomas teriam iniciado após a percepção de um odor semelhante ao de amônia na região onde reside.

Ela recebeu atendimento por uma equipe assistencial, passou por avaliação médica e recebeu as orientações e antes de ter alta. Todavia, a secretaria de saúde disse não ter confirmação de ocorrência relacionada a vazamento de produto químico.
O Corpo de Bombeiros Militar da Bahia explicou que foram acionados para averiguar um possível caso de vazamento de produto químico no bairro de Valéria, em uma empresa da região. Ao chegarem ao local, as equipes realizaram a análise do ambiente e da documentação do estabelecimento, mas não identificaram o produto nem sua natureza.
Intoxicação em obra
No último dia 24, trabalhadores de uma obra do programa Minha Casa, Minha Vida passaram mal após consumirem alimentos durante o expediente. Mais de 70 operários deram entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Santo Antônio de Jesus ao longo desta sexta-feira (24), apresentando um quadro clínico de náuseas, vômitos, diarreia e dores abdominais.
Os primeiros sintomas começaram a se manifestar na noite anterior e foram agravando-se durante o expediente. Apesar do expressivo número de atingidos, a direção da UPA informou que não houve registros de casos graves ou necessidade de internamentos prolongados.
A Vigilância Sanitária inspecionou o local responsável pela produção das refeições. Embora não tenha sido possível coletar amostras do que foi servido especificamente no momento do surto, os agentes encontraram graves irregularidades que motivaram a interdição imediata do estabelecimento.
Cerca de 140 kg de produtos foram confiscados e descartados por estarem em condições inadequadas. O local não possuía alvará sanitário e apresentava falhas críticas no armazenamento e preparo dos alimentos. Segundo a Vigilância Sanitária, a empresa fornecedora foi autuada e responderá a um processo administrativo sanitário.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) confirmou que a Vigilância Sanitária segue apurando o caso para determinar o número exato de afetados e confirmar o o que levou a contaminação.
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