Trump é retirado de jantar após ataque a tiros em hotel nos EUA
uma operação de emergência foi efetuada para retirar Trump e outras autoridades do local
Por Victor Souza.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado às pressas por agentes do serviço secreto do hotel Washington Hilton, na noite deste sábado (25), após o registro de um ataque a tiros.

Segundo autoridades americanas, disparos de arma de fogo foram ouvidos durante o jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, que reunia autoridades políticas e profissionais da imprensa, que acompanham o cotidiano do presidente.
BREAKING: Trump and several Cabinet members rushed out of the WHCA dinner after a security incident. pic.twitter.com/6X1CxIO80M
— Republicans against Trump (@RpsAgainstTrump) April 26, 2026
Na ocasião, uma operação de emergência foi efetuada para retirar Trump e outras autoridades do local. Em seguida, a Polícia Federal dos EUA (FBI) explicou que um suspeito está em custódia, enquanto Trump classificou o homem como “ um lobo solitário”.
Um agente foi baleado, mas estava com colete à prova de balas e não teve parte de seu corpo atingido.
O suspeito
Conforme autoridades e a imprensa dos EUA, o suspeito de ter atirado durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, foi identificado como Cole Tomas Allen. Ele admitiu à polícia que tinha como alvo autoridades ligadas à Trump.
O suspeito de 31 anos é morador de Torrance, na Califórnia, nos subúrbios à sudoeste de Los Angeles. Ele trabalhava como tutor em Torrance depois que se formou no Instituto de Tecnologia da Califórnia.
Cole estava como hóspede do hotel onde o jantar ocorreu. Foram encontradas diversas armas, incluindo revólveres e facas. Tomas está recebendo tratamento médico depois do ocorrido e será acusado, a partir desta próxima segunda-feira (27). Allen deve responder por uso de arma de fogo durante o crime e agressão a agentes federais.
Manifestação de Lula
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se manifestou e prestou solidariedade ao presidente americano e à primeira-dama Melania Trump. Em seu perfil nas redes sociais, Lula disse que “O Brasil repudia veemente o ataque de ontem à noite”.
Ele ainda afirmou que a violência política seria uma "afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger"

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