O Departamento de Polícia Técnica (DPT) da Bahia analisa o escudo do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) danificado durante cumprimento de mandado de prisão contra o miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, que resultou na morte dele, no último domingo (9/2). Em depoimento, os PMs relataram que o equipamento evitou que dois disparos de arma de fogo os atingissem.

A perícia da Coordenação de Engenharia Legal vai relatar qual material causou os danos no escudo. "Olhando preliminarmente enxergamos duas marcas provenientes de impactos relevantes. As equipes agora analisarão se existem fragmentos de chumbo ou cobre, presentes em projéteis", explicou o diretor do DPT, Élson Jeffesson.

O perito criminal acrescentou, ainda, que a necrópsia no corpo de Adriano atestou duas perfurações por arma de fogo, nas regiões entre o pescoço e a clavícula, além do tórax. "Os resultados dos outros laudos, assim que finalizados, serão entregues ao Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), que apura o caso", completou o diretor.

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