O jornalista Sérgio Camargo, que havia sido impedido de assumir a presidência da Fundação Cultural Palmares pela 18º Vara Federal de Sobral, no Ceará, reassumiu o cargo. 

Quem suspendeu a liminar foi o presidente do Superior Tribunal de Justiça, João Otávio de Noronha, atendendo a um pedido da Advocacia Geral da União (AGU).

Na decisão, o presidente STJ reconheceu que a decisão de barrar Camargo "interferiu, de forma de indevida, nos critérios eminentemente discricionários da nomeação, causando entraves ao exercício de atividade inerente ao Poder Executivo".

No twitter, o jornalista comemorou a decisão. "Caiu a liminar que me afastou da presidência da Fundação Cultural Palmares. Serei reconduzido ao cargo. Grande dia!", publicou ele, em seu perfil.


"Racismo nutella"

Antes de assumir a presidência da Fundação Palmares, Sérgio Camargo já chegou a dizer que no Brasil existia um "racismo nutella". "Racismo real existe nos EUA. A negrada [sic] daqui reclama porque é imbecil e desinformada pela esquerda", declarou.

O jornalista também defende o fim do Dia da COnsciência Negra, e disse ainda que a escravidão havia sido "benéfica para os descendentes". Ele foi amplamente criticado por membros do movimento negro no Brasil.

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