A primeira astronauta britânica a ir para o espaço, doutora Helen Sharman, declarou que alienígenas existem e, possivelmente, já estão vivendo entre os seres humanos, na Terra.

Em entrevista ao Observer Magazine - vinculado ao principal jornal inglês "The Guardian" -, Sharman afirmou que a vida extraterrestre existe em algum lugar do universo: "Aliens existem. Não há dúvida alguma sobre isso. Deve haver todo o tipo de formas de vidas diferentes".

Ela pontuou, ainda, que os alienígenas podem não ser compostos de carbono e nitrogênio como os humanos. "É possível que eles estejam aqui neste momento e nós simplesmente não possamos vê-los", explicou.

Sharman continua com atividades relacionadas à química e voos espaciais e, na entrevista, falou com carinho sobre os oito dias que ficou em órbita, durante missão na estação modular espacial soviética Mir, em maio de 1991. 

"Não há vista mais bonita do que olhar a Terra de cima -- e eu nunca vou esquecer da primeira vez que vi", relembrou a britânica. "Depois da decolagem, deixamos a atmosfera e, de repente, a luz entrou pela janela. Estávamos sobre o Oceano Pacífico; os mares azuis gloriosamente profundos me tiraram o fôlego".

EM TEMPO

Em setembro de 2019, a Marinha dos Estados Unidos (EUA) confirmou, à imprensa local, a autenticidade de vídeos que mostram "fenômenos aéreos não identificados". As imagens foram publicadas em dezembro de 2017 e março de 2018, como parte de um projeto do músico Tom DeLonge, da banda Blink 182, em busca de óvnis (objetos voadores não identificados) e vida extraterrestre. Na época, contudo, a Marinha estadunidense não falou em óvnis.

Embora os vídeos tenham sido divulgados no ano passado, eles foram feitos em 2004 e 2015, graças a sensores infravermelhos avançados. Na filmagem mais antiga, um objeto é identificado e, em seguida, voa mais rápido que os dispositivos utilizados para localizá-los.

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Já as duas imagens de 2015 mostram gravações de áudio de pilotos militares dos EUA tentando entender o que seria o objeto voador. Eles chegam a pensar que poderia ser um drone. 

À NBC News, o porta-voz da Marinha estadunidense, Joseph Gradisher, explicou que "os três vídeos mostram incursões de fenômenos aéreos não identificados a nossos locais de treinamento militar".

Com a repercussão, a entidade anunciou que os pilotos, inclusive da Força Aérea, devem reportar casos assim.

Veja vídeo:

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