Geralhá mais de 2 anos. Fonte: Angelina Nunes, com Natália Silva (Abraji)

Justiça absolve acusados de matar radialista que fazia denúncias contra políticos

Creditos da foto:Angelina Nunes/Abraji
Justiça absolve acusados de matar radialista que fazia denúncias contra políticos

Um ano, dez meses e 22 dias depois do assassinato do radialista Jefferson Pureza, de 39 anos, em Edealina (GO), o júri popular absolveu dois acusados de envolvimento no crime, apesar de reconhecer a participação deles no caso. O ex-vereador José Eduardo Alves da Silva, de 41 anos, acusado de ser o mandante do assassinato, e o caseiro Marcelo Rodrigues dos Santos, 40, foram condenados somente pela corrupção dos menores que praticaram o assassinato. Santos foi acusado de apresentar os jovens ao então vereador.

O resultado polêmico foi anunciado às 23h50 de segunda-feira (9/12), depois de um julgamento que durou 15 horas e 20 minutos e contou com acalorada discussão entre a defesa dos réus e a acusação, além do depoimento de testemunhas no Fórum de Edeia, cidade a 31 km de Edealina e 125 km de Goiânia. O radialista foi morto na noite de 17 de janeiro de 2018 com três tiros no rosto, ao ser surpreendido enquanto descansava na varanda de sua casa. Segundo as investigações, o crime foi negociado por R$ 5 mil e um revólver. 

É o primeiro caso tratado pela equipe do Programa Tim Lopes, desenvolvido pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), com apoio da Open Society Foundations, para combater a violência contra jornalistas e a impunidade dos responsáveis. Em caso de crimes ligados ao exercício da profissão, uma rede de veículos da mídia tradicional e independente é acionada para acompanhar as investigações e publicar reportagens sobre as denúncias em que o jornalista trabalhava até ser morto. Integram a rede hoje: Agência Pública, Correio (BA), O Globo, Poder 360, Ponte Jornalismo, Projeto Colabora, TV Aratu, TV Globo e Veja.

O vereador José Eduardo Alves Silva foi sentenciado a quatro anos de prisão e Marcelo Rodrigues dos Santos, a quatro anos e dez meses. Os dois réus comemoraram a decisão ao ouvir a leitura feito pelo juiz. Na prática, eles serão beneficiados por um alvará de soltura e ficarão em liberdade para aguardar os próximos passos do caso.

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A decisão surpreendeu a acusação, já que em 4 de outubro outro envolvido no caso foi condenado a 14 anos de reclusão. Leandro Cintra da Silva, de 25 anos, é o dono do lava-jato onde foi feita a negociação do crime e do celular usado por um dos menores para combinar o assassinato com os outros adolescentes. 

Os três menores envolvidos já cumpriram medidas socioeducativas e ficaram acautelados por seis meses. Um seria o atirador, outro teria pilotado a moto usada no crime e o terceiro teria indicado os dois para o serviço. Apenas o último compareceu ao julgamento e repetiu sua versão dos fatos: que teria recebido do ex-vereador R$ 200 por indicar os executores e que foi ameaçado pelo atirador para assumir o crime.

Antes mesmo de o juiz Aluízio Martins Pereira de Souza anunciar o resultado da votação, amigos e familiares dos acusados - maioria entre os presentes ao julgamento - comemoravam a decisão dos sete jurados do lado de fora do plenário. 

Durante as 15 horas e 20 minutos de julgamento, nem os presentes, nem o júri respeitaram os pedidos do juiz para se manterem calados, sem manifestar reação aos depoimentos ou aos debates entre acusação e defesa. Os sete jurados, três mulheres e quatro homens, também desrespeitaram a instrução de incomunicabilidade entre eles e com os espectadores. Nos intervalos para almoço e lanche, era possível vê-los conversando entre si e também com outras pessoas presentes no Fórum.

O advogado do ex-vereador, Henrique Paixão, considerou o resultado coerente, mas a pena, excessiva. "Não havia provas de que houve pagamento para a execução do crime, mas ao mesmo tempo havia provas da conversa dele com os menores. Isso [o resultado] aconteceu porque o júri considerou que as provas não eram contundentes, nem fortes o suficiente para a condenação. Entramos com recurso, porque a dosagem da pena de corrupção [de menores] é muito próxima do máximo (quatro anos). Entendemos que deveria estar perto do mínimo, de um ano". 

Já o promotor José Eduardo Veiga Braga Filho considerou o resultado “pouco ortodoxo” e informou que vai recorrer pela realização de um novo júri. "O júri condenou os dois pelo crime de corrupção de menores e, apesar de reconhecer o envolvimento deles no assassinato, os absolveu no caso de homicídio. Eles saem condenados com a pena branda. Vamos recorrer para instância superior e será decidido se haverá um novo julgamento ou não".

Para o assistente de acusação, o advogado Joel Pires, “houve uma confusão” na hora da votação dos quesitos (materialidade, autoria, absolvição e qualificadoras). "Não gostei. Não consigo entender. Eles reconhecem a autoria dos dois no crime, mas mesmo assim, na votação dos quesitos, os absolveram. Vamos entrar com apelação". 

Igor Pureza, filho do radialista, chorou ao saber da decisão. "Não foi o esperado, mas Deus sabe o que faz. Esperava outro resultado, e o verdadeiro culpado vai aparecer. Estou muito angustiado", disse Igor, que saiu do Fórum ao lado de sua mãe, Ernestina Marins, antes da leitura da decisão do júri. "Estou confusa. A gente precisa de uma resposta. Se não foram eles, alguém tem culpa. Meus filhos precisam de uma resposta".

JULGAMENTO CONTURBADO

Alguns jurados estavam dispersos ao longo do julgamento. Uma delas, por exemplo, lixou as unhas da mão esquerda três vezes com uma lixa que retirou de uma nécessaire preta com motivos florais. A mesma jurada olhou, em um espaço de uma hora, 23 vezes para a audiência e acenou para alguns conhecidos. O comportamento se repetiu ao longo da audiência em outras 103 vezes.

Outro jurado cochilou durante a tréplica feita pelo advogado Henrique Paixão, apesar do tom de voz do defensor - alto o suficiente para irritar outro membro do júri, que se considerou desrespeitado. Uma colega o socorreu com um comprimido para dor de cabeça. A mesma jurada ofereceu analgésico e relaxante muscular, bem recebidos pelos representantes da acusação e por um outro jurado.

A estratégia da defesa do réu Marcelo Rodrigues dos Santos foi tentar provar que ele não negociou o crime com os menores, além de levantar suspeitas sobre o motivo de Jefferson Pureza ter deixado o portão de sua casa aberto, enquanto descansava na varanda. O advogado Oldemar José da Rocha chegou a repetir em sua sustentação a tese de que, se há dúvida, o réu deve ser beneficiado. "Antes um culpado na rua do que um inocente na cadeia".

Já o advogado Henrique Paixão, defensor do ex-vereador José Eduardo Alves da Silva, apresentou seu cliente como um homem simples, que fala demais, faz tratamento com remédio controlado e tem “surtos de vez em quando”. Chegou mesmo a dizer que o apelido de Silva é “sanhaço”, feito o passarinho, e com isso arrancou risos da plateia. Em sua explanação, ele mudava o tom de voz, colocava um sotaque do interior e usava expressões do campo, que eram bem recebidas por alguns jurados e pela audiência.

O ponto alto foi a apresentação de fotos íntimas encontradas no celular do radialista com várias mulheres e de textos de mensagens particulares com declarações que o advogado considerava "picantes" sobre encontros de Pureza com uma delas. “Ele (Pureza) era pegador, tinha várias mulheres. Mas vocês querem ver coisas de sexshop? Acho que não precisa”, perguntava para a audiência.

Na réplica, a acusação lembrou o júri que a sentença dada aos réus serviria como um recado para a sociedade brasileira. A absolvição ou condenação, segundo o promotor e o assistente de acusação, seria um exemplo de como devem ser tratados aqueles que fazem denúncias de desvios de recursos públicos.  

O CASO

Jefferson Pureza iniciou seu trabalho em Edealina em 2016 e fazia referência e acusações constantes sobre despachos e contratos realizados, no ano anterior, pela administração municipal. O radialista pertencia a um grupo político de oposição ao ex-prefeito João Batista Gomes Rodrigues, o Batista Boiadeiro (PTB), e a José Eduardo Alves da Silva, que foi secretário de Ações Urbanas na gestão de Boiadeiro e depois assumiu o cargo de vereador.

Jefferson

Um ano antes do seu assassinato, no seu programa “A voz do povo” do dia 26 de janeiro de 2017, Pureza usou o microfone da rádio comunitária Beira Rio FM para revelar a existência de um plano para sua morte. Disse ainda que, se algo lhe acontecesse, os responsáveis seriam o vereador e o ex-prefeito.

Outros incidentes ocorreram ao longo do ano de 2017. Em agosto, um transmissor da rádio foi furtado e houve um pequeno incêndio. No mês seguinte, a casa que o radialista mantinha em Pontalina, cidade vizinha a Edealina onde moravam a ex-mulher e os filhos, foi atingida por tiros. Em novembro, um novo incêndio destruiu as instalações da Beira Rio FM, e o receptor foi furtado. O radialista chegou a usar o perfil no Facebook para veicular o programa.

Em 2018, treze dias depois do assassinato de Jefferson Pureza, o vereador José Eduardo Alves da Silva foi à delegacia de Edeia, outra cidade vizinha a Edealina, para prestar esclarecimentos. 

Silva disse que Pureza só se referia a ele como “vereador da transferência de votos”, pois o acusava de ter transferido eleitores de outras cidades para garantir sua eleição em Edealina. O radialista afirmava ainda que o vereador estava se apropriando da terra da roça comunitária.

O político admitiu ter planejado um atentado contra Pureza no início de 2017, conforme o próprio radialista dissera então. Afirmou ter combinado com um rapaz chamado Junio de dar uma surra em Pureza “para ele sumir da cidade” e atear fogo em seu carro. O pagamento de R$ 3 mil pelo serviço seria feito pelo pastor Thiago (Marinho, atual secretário de Administração de Edealina). O plano não foi concretizado porque, segundo o vereador, sua mulher descobriu a respeito. O pastor Thiago negou em depoimento que estivesse envolvido no caso.

Segundo denúncia do Ministério Público apresentada em abril de 2018, Silva planejou outra agressão contra o radialista no final de 2017, por desconfiar que Pureza mantinha uma relação com sua ex-mulher, Marley Alves de Jesus Faleiro - a quem o vereador já havia agredido, ameaçado de morte e planejado assassinar em 2013.

Na ocasião, o caseiro Marcelo Rodrigues dos Santos teria apresentado Silva a um adolescente e a Leandro Cintra da Silva, dono de um lava-jato em Aragoiânia, cidade vizinha a Edealina. No encontro, o vereador ofereceu R$ 4 mil para assassinarem o radialista. O plano novamente foi adiado, devido à prisão de Santos por envolvimento em tráfico de drogas.

O jovem não aceitou a oferta e repassou o serviço a outro, que cobrou R$ 5 mil e um revólver. Mais tarde, foi procurado pelo vereador, que lhe teria pago R$ 200 pela indicação. O caseiro fez contato com outro adolescente para pilotar a moto usada na execução de Pureza.

O vereador José Eduardo Alves da Silva negou que tenha mandado matar o radialista. Segundo ele, foi a Aragoiânia apenas para ajudar Santos a buscar uma carteira de trabalho e conversar sobre a separação da mulher e as desconfianças do envolvimento dela com o radialista. Santos é quem teria lhe sugerido mandar matar Pureza e apresentado os rapazes para a encomenda, mas ele não teria aceitado e teria dito que estava empenhado em “tocar a vida”.

Na versão do caseiro, os fatos se invertem: Silva teria falado em agredir o radialista. Santos nega ter apresentado ao vereador os menores que executaram o crime. Os adolescentes negaram participação no crime.

DENÚNCIAS 

Em seus programas de rádio, Jefferson Pureza mencionava dois processos de 2015 que envolvem o ex-prefeito de Edealina João Batista Boiadeiro. Em um deles, o Ministério Público de Goiás aponta suspeitas de envolvimento do político em fraudes em obras.

Segundo relatório do MP, há indícios de que Batista Boiadeiro teria beneficiado a empresa Leopoldina Construtora em licitações. O representante legal da construtora é José Cassiano da Costa, secretário de Transportes de Edealina na gestão atual de Winicius Miranda (PSB), pertencente ao grupo político de Boiadeiro.

A Leopoldina teria sido contratada para realizar uma obra que já estava quase concluída em um estacionamento. A mesma empresa teve outros contratos com a prefeitura de Edealina em 2015, totalizando R$ 384,8 mil. Depois, alterou sua razão social para Sheknar Construtora e expandiu suas áreas de atuação, passando a ganhar licitações também na área de eventos.

O processo está parado no Fórum de Edeia. O Ministério Público pediu novas diligências e depoimentos para explicar essa relação entre os contratos de empresas e o ex-prefeito.

A segunda ação judicial que Jefferson Pureza citava em seu programa de rádio é de 2017, referente a um caso de 2015. A promotora Maria Cecília de Jesus Ferreira ofereceu denúncia contra os ex-prefeitos Batista Boiadeiro e Divino Célio Neves.

Boiadeiro foi preso em flagrante, acusado de usar maquinário da prefeitura para extração ilegal de areia em um rio que passa pela fazenda de Neves. O caso está parado na Justiça.

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Fotos do Instagram

A campanha vai até o próximo dia 14 de agosto, com jogos de fliperama, futebol de botão, tabuleiro, videogame e gude. Para ter acesso ao espaço, especialmente montado no corredor L2 Sul, basta apresentar uma nota fiscal de compras com o valor mínimo de R$ 50.

#AratuOn #ShoppingBelaVista #PubliUma filhote de urso se intoxicou comendo grandes quantidades de mel alucinógeno na Turquia. O animal (fêmea) foi resgatado pelo Ministério da Agricultura, que publicou a situação na quinta-feira (11/8) nas redes sociais. 

"Nosso bebê urso pardo está de boa saúde, e nossas equipes continuam a tratá-lo. Vamos dar a nossa adorável "filha" que teve uma overdose de mel", escreveu o órgão turco no Instagram. 

Segundo o jornal The Guardian, a substância vem da flor de rododentro, uma planta arbustiva que contêm a toxina graianotoxina, capaz de envenenar os humanos e produzir efeitos alucinógenos.

#AratuOnCondenado pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, o goleiro Bruno Fernandes pode voltar à prisão, desta vez pelo não pagamento de pensão.

Segundo o site Notícias da TV, os vencimentos não estariam sendo repassados desde janeiro de 2020.

Ainda de acordo com o portal, Bruno, que já tem mandado de prisão em aberto por conta da falta de pagamento, chegou a apresentar proposta de pagar R$ 30 mil à vista e o restante parcelado, em 12 vezes.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, porém, negou. 

A pensão, que já está em R$ 90 mil, é relativa ao filho de Bruno com a modelo. O adolescente, que já tem 12 anos, é criado pela avó materna, que acionou a Justiça. 

#AratuOnUm casal norte-americano revelou à imprensa um pouco da história de amor que têm com a madrinha do casamento deles. Angel Bailey, de 26 anos, e Tyler Harris, de 29, se casaram em maio deste ano, mas desde 2021 mantém uma relação poligâmica com Sam Vicks, de 23 anos.

Em entrevista ao Daily Mail, o trisal abriu suas intimidades e falar como é a relação. O detalhe da história é que, Tyler e Angel escolheram Sam para ser a madrinha do casamento deles e agora, a terceira integrante aguarda sua vez de subir ao altar.

Angel e Tyler se conheceram no Tinder em 2018. Em 2021, resolveram incluir Sam no relacionamento e o trio passou a dividir o mesmo teto. Desde então, eles postam o dia a dia da família nas redes sociais.

Sobre as diversas opiniões e comentários que recebem, Angel disse que não se arrepende da decisão e está melhor do que nunca. “A maioria das pessoas tem sorte de encontrar uma pessoa para amar, mas nós temos a sorte de encontrar duas”, contou.

#AratuOnPesquisa da Quaest Consultoria realizada face a face, contratada pela Genial Investimentos e divulgada, nesta sexta-feira (12/8), aponta liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na intenção de votos dos eleitores de Minas Gerais para a Presidência, com 42% no cenário estimulado, quando é apresentada uma lista de candidatos. O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 33%.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em seguida, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 6%, e Simone Tebet (MDB), com 1%. Os demais candidatos testados não pontuaram.

Não é possível comparar este levantamento com o do mesmo instituto realizado no mês passado, porque houve a inclusão do nome de Soraya Thronicke (União Brasil), além da saída de André Janones (Avante) e Pablo Marçal (Pros). Em julho, o ex-presidente liderava com 46%, e o chefe do Executivo tinha 28%.

O levantamento ouviu pessoalmente 2 mil eleitores em Minas Gerais entre os dias 6 e 9 de agosto. O nível de confiança, segundo o instituto, é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-08299/2022 e custou R$ 122.625,00.

#AratuOnO uso de máscara voltou a ser recomendado em ambientes fechados e no transporte público em Feira de Santana. O decreto está publicado em edição do Diário Oficial Eletrônico desta sexta-feira (12/8).

A medida, de acordo com a Prefeitura, pretende reduzir os riscos de transmissão da varíola dos macacos (Monkeypox). Ainda conforme a publicação, é recomendada a higienização dos ambientes, disponibilidade de álcool gel e distanciamento social.

Inicialmente, a intenção do decreto seria obrigar o uso do item de segurança, mas a medida foi modificada para uma recomendação depois que o paciente, de 29 anos, infectado pela varíola dos macacos, informou, nesta quinta-feira (11/8), para a equipe de infectologia do município, que teria pegado a doença em outro estado. Ele disse, ainda, que só voltou para Feira de Santana depois dos primeiros sintomas. Pessoas que tiveram contato com o paciente não apresentaram sintomas da doença.

A transmissão da varíola dos macacos ocorre por meio de contato direto com a pessoa contaminada - espirros, tosse, fluídos durante o ato sexual e suor. A contaminação também se dá através das fezes, além de talheres e pratos compartilhados.

Erupções na pele (que também podem aparecer na região genital e anal), inchaço nos gânglios, dor de cabeça, febre intensa e dores no corpo são alguns dos sintomas. No município, o primeiro caso foi registrado em um jovem de 29 anos na última quarta-feira (10/8).

#AratuOn #FeiraDeSantanaAqui quem fala é...ele! Depois de estourar na internet durante a pandemia, anunciar uma pausa das redes sociais por conta de uma crise de esgotamento, "Esse Menino" (@essemenino) está de volta à ativa, levando para os palcos um espetáculo que fala sobre temas pessoais: vida, relacionamento, política, tudo isso "da perspectiva de um homem gay", como ele faz questão de deixar claro. Confira a entrevista completa que repórter Juana Castro fez com o artista, que falou, ainda, que está apaixonando e namorando um baiano, em: https://aratuon.com.br/variedades/Um jovem de 18 anos suspeito de roubar carros na Inglaterra achou que se enfiando dentro de um urso de pelúcia não seria descoberto pela polícia. Segundo o portal Extra, ele tinha roubado um Mitsubishi ASX e ainda saído sem pagar pelo combustível em maio.

Joshua Dobson, de Rochdale, na região metropolitana de Manchester, estava dentro de casa quando percebeu a aproximação de agentes da Great Manchester Police (GMP). Foi ai que ele teve a ideia de abrir o fundo do ursinho e entrar nele.

Os políciais perceberam que o gigantesco urso de pelúcia estava "respirando" num canto do imóvel. Os agentes da lei toparam o jogo de esconde-esconde, inspecionaram o brinquedo e prenderam o criminoso.

#AratuOnMorreu, na madrugada desta sexta-feira (12/8), aos 66 anos, o cantor baiano Zelito Miranda. Segundo informações da família do artista, ele faleceu devido a um problema pulmonar.

O sepultamento do forrozeiro, natural de Serrinha, está marcado para acontecer na tarde desta sexta-feira (12/8), às 16h30, no cemitério Bosque da Paz,em Salvador.

O FORROZEIRO

Nascido no município de Serrinha, a 175km de Salvador, foi um artista multifacetado. Embora sua intimidade com o triângulo tenha começado ainda na infância, aos oito anos de idade, Zelito trilhou por vários caminhos, das artes plásticas, ao teatro, ao cinema até chegar a música e ao forró.

Começou na música na música “um pouco depois”, aos 27 anos. Antes, fez parte da cultura alternativa de sua cidade, foi ator por 10 anos, é escritor e flertou com a MPB, o rock e tocou no Novos Bárbaros, grupo que fez sucesso nos trios elétricos na efervescente década de 80 na capital baiana.

Gravou o primeiro disco com um repertório daquilo que ele chama de MPN (Música Popular Nordestina) mas os pedidos de shows e gravações em forró foram, aos poucos, fazendo com que o artista assumisse a herança de Gonzagão como sua carreira.
 
Zelito faleceu com 40 anos de carreira e mais de 200 músicas no currículo, defendia cultura e a tradição do forró. Ele deixa a esposa Telma, maior parceira de sua vida, e as filhas Luiza e Clarice, que espera o primeiro neto de Zelito.

#AratuOn #ZelitoMiranda
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